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Desejos das meninas para 2015

A Leonor anda eufórica com a chegada de 2015, ano em que fará 6 anos, irá para a primária e, está convicta, lhe cairá o 1,º dente.


Para ela está tudo tão interligado que acho mesmo que acredita que os factos ocorrerão todos em simultâneo, já amanhã.


A pequena, por seu lado, foi contagiada pelo entusiasmo da irmã e procura utilidade para todas as prendas de Natal que recebeu de modo a que as possa "levar para a primária".


No que toca aos seu projectos pessoais, limita-se a sonhar com o dia em que fará 4 anos. "4 anos, mãe; vou fazer 4 anos!", diz-me com os olhos a brilhar.


Perante objectivos tão importantes, quanto pueris, percebo que qualquer um que possa traçar será fútil.



Habitual meditação de fim de ano

Não consigo fugir à meditação de fim de ano e, estando nesse processo, decidi relembrar a que fiz no final de 2013 (podem ler aqui).

A minha surpresa não podia ser maior, ao ver aquilo que desejei que acontecesse em 2014 - recuperar a serenidade!

Isto porque estava convencida que não tinha alcançado nada daquilo a que me tinha proposto, de uma lista de 5 míseros pontos.

- Não li 6 livros (mas gostei dos que li; aliás só termino livros dos quais goste)
- Não escrevi um livro (mas escrevi 1 página e mais de 500 posts no blogue)
- Não tive aulas de canto (mas fiz uma aula experimental)
- Não bordei um quadro (mas bordei uns pontos)
- Não caminhei 1 única vez antes das patroas acordarem (aqui o falhanço foi redondo)

Apesar disso RECUPEREI aquilo que mais queria, a tal serenidade que me tinha sido roubada por uns infelizes sem alma.

O ano foi intenso ao nível das emoções; foi o ano em que ficámos sem a presença física do nosso patriarca.

Contudo, e apesar da dureza das circunstâncias em que a pa…

Da gripe em família

A minha rino-faringite (se é que algum dia o foi) virou gripe. Já não me lembrava de ter uma destas, nem de ser tão pouco resistente à febre.

Mas pior do que a febre e de uma tosse horrorosa, que quase faz os pulmões e brônquios saltarem boca fora, é estar enfiada em casa com estas duas terroristas, igualmente doentes.

Contrariamente aos pais, as pequenas têm uma excelente reacção à febre e é frequente ser surpreendida pelo termómetro quando, segundos antes, andavam a saltar, berrar e esgadanhar-se uma à outra.

Depois de uns dias a ameaçar, hoje foi dia de também o papá encostar às boxes.

De modos que a dúvida, neste momento, é que pijamas escoler para a passagem de ano sendo que nem aos saldos podemos ir.

Antibiótico, pois claro.

Depois de 3 idas ao médico, eis que foi receitado antibiótico à Leonor (eu tive mais sorte, que só precisei de ir lá duas vezes.

Aparentemente passámos da fase em que se receitava antibiótico por "dá cá aquela palha" para a fase de experimentar o sistema imunitário ao máximo.

Arrumada para a sucata

Estou arrumada para a sucata.

Mas para que é que a malta tem faringe? Dói como tudo. E piora com a medicação. Ou então é da idade.

Rino-faringite (à dúzia é mais barato)

Uma das prendas de Natal que recebemos cá em em casa veio em dose dupla :  rino-faringite para a Leonor e sua mamã.


Obrigadinha Pai Natal!

E não é que o Pai Natal tem papel de embrulho igual ao cá de casa?!!!

Ele há cada uma. Não é que o Pai Natal tem papel de embrulho igual ao cá de casa? (segundo observou a Leonor).


Este ano ainda escapou (a Leonor acredita que o Pai Natal faz o papel, por acaso igual ao que comprei numa loja), mas terei de aprimorar a técnica se quiser que esta magia se mantenha mais algum tempo.