Perder, em 3 meses, o síndroma de S. Tomé que se teve durante mais de 35 anos é duro.
Especialmenté porque esse síndroma era agudo.
Mas se por um lado dói (devem ser as chamadas dores de crescimento), por outro não deixa de ser sentido como uma lição para quem, do alto de uma enorme arrogância, achava que depois de ter vencido um cancro estava imune à dor.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
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