Pouco passa das 09 da matina e já estou monopolizada pela Leonor que anda verdadeiramente obcecada com a ideia de aprender a escrever e me obrigada a soletrar todas as palavras que se lembra de escrever (ultimamente está virada para o nome dos amiguinhos).
O processo obedece a uma espécie de ritual. A cada letra que digo (ainda que pela milésima vez, a cachopa desenha-a no ar e espera pelo meu assentimento antes de passar para o papel.
Depois de escrever mostra-me o caderno para eu validar novamente.
A excepção ocorre com a letra G (que acha muito difícil) e tenho de pontear para que preencha os contornos.
E é esta a minha vida.
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Li há dias que o Alzheimer é uma doença da família. Nada mais verdadeiro. Não será só o Alzheimer, é certo, pois numa família a sério toda...
É precoce a nossa Nhô Nhô :)
ResponderEliminarIsso é jmuito bom, pode ser um bocadinho cansativo para ti, mas demonstra que ela tem uma grande sede de aprender.
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