Se eu fosse portista, provavelmente assinaria a petição para chegar ao coração de Jorge Nuno Pinto da Costa e levá-lo a recandidatar-se à presidência do FCP.
Se eu fosse Jorge Nuno Pinto da Costa, enchia-me de coragem, não cedia ao pedido e ia era gozar a vida junto da Fernandinha.
Tudo tem o seu fim e conseguir percebê-lo/aceitá-lo é uma ciência.
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