Passados mais de 7 anos, o avô ainda não atina com o cinto do carro das cadeirinhas auto.
Depois de uma luta para colocar o da cadeirinha da Leonor, a pequena fez a pergunta óbvia "mãe, como é que o avô punha a tua cadeirinha?!".
Lá tive de explicar que, no meu tempo, os carros não tinham cinto nos bancos traseiros.
Dada a explicação a Leonor concluiu que "no nosso tempo é muito melhor. Temos mais segurança, televisão e sanitas".
Posto isto tive de completar a explicação, reforçando que nasci já no final da 2.ª metade do sec. XX e não no tempo dos afonsinhos.
E a conversa deixou-me a pensar sobre quão bom é ver que a Leonor cresce feliz, alheia ao facto de "no nosso tempo" a segurança ser um sentimento que ameaça tornar-se longínquo caso os adultos não ganhem juízo.
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