Vivi a maior parte da vida dividida, fisicamente, entre Aveiro, Ermesinde e arredores com uma passagem por Santa Maria da Feira e senti sempre que acabava por não pertencer a lado nenhum. Com dias úteis passados num lado e fins de semanas e férias noutro, não criava a proximidade necessária. Olhando para trás percebo que bastava ter -me mexido mais e o facto de andar de terra em terra não era impeditivo de criar os laços que tanto desejava.
Entretanto parece que assentamos e temos feito questão de, em família, ser parte activa da nossa comunidade. Entre associação de pais, basket, catequese e actividades da Junta, tem sido uma roda viva muito enriquecedora. É muito bom perceber que com o nosso pouco, incentivando e incentivados por outros, podemos contribuir para um nundo melhor. E o sentimento de pertença começa a solidificar-se. Que maravilha.
sábado, 10 de dezembro de 2016
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