Desde que me confrontei, de forma mais próxima, com a volatilidade da vida, aumentou a minha necessidade de colo. Dá -lo e recebê -lo é tão vital para mim quanto o chão que piso diariamente. Deve ser a necessidade de sentir segurança quanto àquilo para que acho que nascemos. A doação mútua de colo. E empurrões, quando necessários.
Ontem percebi-o quando, em modo piloto automático, dei conta que tinha conduzido até casa da minha avó. Na sua ausência, consolou-me o abraço dado aos meus pais minutos antes. Não se subsituem pessoas, mas complementam-se nos diversos papéis que lhes damos na nossa vida.
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Desta vez sim, estou livre do IPO
Depois da onco-hematologista me ter dado alta do IPO, foi a vez da nefrologista o fazer (ainda que com indicação de ser seguida em consulta...
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Cá está minha herdeira mais nova. A Benedita fintou-nos a todos, em especial ao papá, e decidiu nascer no dia 18, às 15h46m. Horas depois de...
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Li há dias que o Alzheimer é uma doença da família. Nada mais verdadeiro. Não será só o Alzheimer, é certo, pois numa família a sério toda...
E as saudades que eu tenho do colo da minha avó...
ResponderEliminarO melhor do mundo, não é? Obrigada pela visita e comentário
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