No mesmo fim de semana em que vi partir uma jovem mãe que, conhecendo perfeitamente o seu estado terminal, não deixou de participar em actividades na escola, actividades extracurriculares, festas de Natal, cansei-me de ouvir lamentos.
Ora porque tinha pingado, ora porque estava vento, ora porque estava frio (em Dezembro, vejam só), ora porque estava sombra, ora porque sim …
Sendo que foram lamentos ouvidos em pleno evento festivo.
E eu, que raramente perco o sono, fartei-me de dar voltas na cama nestas duas últimas noites, tal o turbilhão de pensamentos.
A alegria de estar viva e de boa saúde, misturada com a grande tristeza que é ver estas partidas prematuras e as 1001 questões sobre o "porque não a mim" que, inevitavelmente, assaltam os pensamentos neste momento, deixaram-me sem paciência para tanta cegueira.
Acordem para a vida, pá! Por favor!
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