A dificuldade de cuidar
Ver sofrer um dos nossos é uma dor maior do qualquer uma que alguma vez nos possa tocar a nós.
Pode parecer um lugar comum, mas acreditem que sei do que falo.
Hoje recebi um e.mail que me tocou, porque reavivou uma lembrança muito dolorosa.
Pelo que já passei, aos mais variados níveis, acho que não haverá carga maior do que questionar se fizemos tudo o que estava ao nosso alcance para ajudar a minorar a dor de alguém muito amado.
Falo em minorar, porque temos de ter a lucidez necessária para perceber que há coisas que não estão ao nosso alcance.
Mas mesmo percebendo isto, é, muitas vezes difícil, perceber o que é que está (ou não) ao nosso alcance.
Não haverá receitas infalíveis. O nosso raio de acção termina logo no querer de quem queremos ajudar. Não podemos esquecer a sua vontade, é a sua dignidade que está em jogo (pelo menos para a pessoa).
Deve ser terrível, para alguém que sempre foi activo e independente, ver-se, de repente, numa situação de fragilidade. E é normal, seja por r…
Pode parecer um lugar comum, mas acreditem que sei do que falo.
Hoje recebi um e.mail que me tocou, porque reavivou uma lembrança muito dolorosa.
Pelo que já passei, aos mais variados níveis, acho que não haverá carga maior do que questionar se fizemos tudo o que estava ao nosso alcance para ajudar a minorar a dor de alguém muito amado.
Falo em minorar, porque temos de ter a lucidez necessária para perceber que há coisas que não estão ao nosso alcance.
Mas mesmo percebendo isto, é, muitas vezes difícil, perceber o que é que está (ou não) ao nosso alcance.
Não haverá receitas infalíveis. O nosso raio de acção termina logo no querer de quem queremos ajudar. Não podemos esquecer a sua vontade, é a sua dignidade que está em jogo (pelo menos para a pessoa).
Deve ser terrível, para alguém que sempre foi activo e independente, ver-se, de repente, numa situação de fragilidade. E é normal, seja por r…