sexta-feira, 6 de março de 2015

Ninguém se chama Susana Alice

Eu sei que ninguém se chama Susana Alice, mas daí a mudarem-se o nome, oficiosamente, para Maria Alice também já é demais.

Lá vou eu secar mais umas horitas para a EDP.

quinta-feira, 5 de março de 2015

A porta da rua é serventia da casa

Depois do Fernando Tordo, eis que a Maria João Pires amuou e decidiu rumar ao Brasil mas não, sem antes, renunciar à nacionalidade portuguesa.

Creio que a ameaça já era antiga mas pelos vistos não terá amedrontado aqueles que, a seu ver, tinham a obrigação de financiar o projecto.

Sem colocar em causa o seu enorme mérito profissional, não deixam de me irritar notícias como esta.

Gostaria de saber a que propósito é que há profissionais se arrogam o direito de determinar que o Estado tem a obrigação de financiar aquilo que querem fazer, sem qualquer outro critério a sustentar a decisão para além do nome do autor.

Enfim. Ocorre-me uma imagem neste momento. A dos ratinhos a abandonar navios. E tenho pena, mas isso sou eu que me orgulho de ser portuguesa. Talvez por não ser ninguém.

Potencialidades do vento

Tissemos umas pás eólicas cá na rua e esta noite garantíamos a nossa subsistência energética por uns tempitos.

Apesar desta oportunidade perdida, ganhámos a possibilidade de interagir com uns vizinhos, jogando o "de quem são as meias que estão no canteiro?". E quem diz meias, diz calças e outras peças de roupa.

É o tal lado divertido do vento.

quarta-feira, 4 de março de 2015

A Neves enfureceu-se

Sei que há quem tenha dificuldade em acreditar mas a Neves também se enfurece.

É raro mas acontece e ontem foi um desses dias.

Pois então, dirijo-me a uma loja de telecomunicações para cancelar um contrato, explico ao menino que é em virtude da mudança de residência e que NÃO estou interessada na oferta que (milagre dos milagres) tem para mim.

E o menino (que não tem culpa, note-se) diz-me que para formalizar o cancelamento terei de aguardar um telefonema no qual me vão "tentar oferecer alguma coisa" e só após recusar mais essa oferta, poderia voltar à loja para assinar o formulário e efectivar a minha pretensão.

Provavelmente será culpa da minha fraca memória (pois claro) mas não me lembro de ter aceite uma condição contratual tão disparatada.

A minha vontade era a de não regressar à loja e enviar uma carta registada a desancar a operadora e só o meu marido me demoveu da ideia ao dizer que não ia achar muita piada a receber alguma factura devido ao facto de eu não ter procedido em conformidade com o que me tinham dito.

E assim, lá andei eu a bufar pelo shopping fora, à espera de receber um telefonema no qual me iriam fazer uma oferta que eu teria de recusar para depois voltar à loja.

Arre, que é preciso ter pachorra.

terça-feira, 3 de março de 2015

Coisas que se aprendem a fazer mudanças

De nada vale embrulhar peças frágeis em jornal se depois nos pusermos a tentar adivinhar o que está lá dentro aos apalpanços.

Acabei de espetar o dedo indicador num ovo (verdadeiro) pintado que comprámos em Budapeste durante a lua de mel. Snif. Snif

segunda-feira, 2 de março de 2015

Se isto não é provocação não sei que será



Anda uma pessoa derreada e a maldizer o gosto que tem por livros e porcelanas, depois de um fim de semana de mudanças,  quando dá de caras com esta colecção da Vista Alegra.

Ó pá, se isto não é provocação, então não sei que será.


Até um dia Margarida

Só te conhecia daqui, das redes sociais, onde se conhece tanta gente que nada nos diz e outra tanta que nos marca pelos mais variados motivos.

Tu és daquelas que me marcou. Super mãe e mulher de fibra. Lutadora como poucos. Um exemplo que perdurará na vida de muitos, ainda que não acreditasses nisso.

Muitas foram as vezes em que pensei que de Aveiro a Viseu é só um saltinho e um dia havia de o dar para te conhecer pessoalmente.

Quis o destino que não passasse de um pensamento e o saltinho ficasse por dar.

Lá chegará o dia.

Neste momento tenho o coração encolhido e um nó na garganta como já não me lembrava de ter.

Mas sei que finalmente descansas em Paz aí, num sítio onde encontrarás poesia.

Até um dia Margarida.


Desta vez sim, estou livre do IPO

 Depois da onco-hematologista me ter dado alta do IPO, foi a vez da nefrologista o fazer (ainda que com indicação de ser seguida em consulta...