Muito se fala na importância da arrumação e até do efeito que esta poderá ter até na parte psicológica.
Contudo, há que perceber que há sempre excepções à regra e dificilmente se encontram soluções universais para os constrangimentos do dia a dia.
Os que me conhecem minimamente, sabem que sou completamente desorganizada (dizer desarrumada soa pior); para além disso, a minha memória (ainda que fraquinha) é, predominantemente visual.
Sou, portanto, uma daquelas pessoas para quem uma arrumação pode ser dramática. Entendo-me no meu caos de papel e quando me lembro de arrumar é o diabo.
Como rapidamente esqueço a lógica usada para o arquivo, a arrumação depressa se transforma em perda.
Uma carrada de nervos é o que pode vir de uma arrumação. Isto, apesar de gostar muito de ver tudo arrumado o que só consigo nos gabinetes e casas alheios.
Cada um com a sua panca.
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