Passaram 3 anos desde aquele dia que lembro como o de ontem.
O telefonem; a corrida desenfreada para estar presente no momento da despedida, retribuindo o acolhimento que me deste na chegada a este mundo; o alívio de perceber teres deixado de sofrer, misturado com a tola esperança de que tudo fosse um engano; a certeza de ter feito tudo que estava ao meu alcance, apesar das muitas dúvidas, e de que o tinhas percebido.
Naquele dia, como sempre, o orgulho de te ter como avô eternamente vivo enquanto eu viver e, novamente, à espera para me acolher noutra vida que teremos para partilhar.
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
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