Numa das nossas primeiras saídas, ainda na fase do conhecimento, deixou-me pegar mal na raquete de ténis mesmo sabendo que iria ficar com dores no pulso e não facilitou o jogo (alegadamente para eu não achar que se estava a armar).
Poucos dias depois, deixou-se pagar o meu jantar (qual cavalheirismo qual quê).
Já eu, disse logo que o meu sonho era casar e ter filhos (tipo, ou vai ou racha).
No dia em que começámos a namorar, deixou-me a secar uma hora (diz que fez mal as contas à distância Porto - Aveiro).
Há histórias que têm mesmo de dar casamento e esta é uma delas.
sábado, 31 de janeiro de 2015
Então vamos lá ao 3.º
Ah,ah,ah
Acho imensa piada às reacções que vejo à minha volta sempre que alguém fala na hipótese de eu ter um 3.º filho (e ainda mais piada ao facto de interpretarem tudo o que digo como uma alusão à criancinha, o que faz parecer que a coisa está traçada no meu destino).
Nos meus sonhos de juventude, sempre estiveram presentes 3 filhos e é por demais evidente que gostaria de os concretizar. Éramos 3 lá em casa e não faltava animação (ou barulho).
Mas (e há sempre um mas) essa é uma decisão que envolve muita coisa e muita gente.
Desde logo pressupunha a concordância do meu homem (que não está para aí virado), estando completamente fora de questão enganá-lo (isto agora foi para o descansar)..
Depois, há que pensar no resto da família e atenção que requer (desde as mais pequenas à mais velha; essencialmente esta).
Claro que se acontecesse, o cachopo (que quase de certeza seria uma cachopa) não ia para a roda dos enjeitados.
Face ao exposto tenho a anunciar que o nosso 3.º será este porquinho da índia de focinho branco (aqui com poucas horas de vida), lindo de morrer, que está prestes a vir cá para casa.
Acho imensa piada às reacções que vejo à minha volta sempre que alguém fala na hipótese de eu ter um 3.º filho (e ainda mais piada ao facto de interpretarem tudo o que digo como uma alusão à criancinha, o que faz parecer que a coisa está traçada no meu destino).
Nos meus sonhos de juventude, sempre estiveram presentes 3 filhos e é por demais evidente que gostaria de os concretizar. Éramos 3 lá em casa e não faltava animação (ou barulho).
Mas (e há sempre um mas) essa é uma decisão que envolve muita coisa e muita gente.
Desde logo pressupunha a concordância do meu homem (que não está para aí virado), estando completamente fora de questão enganá-lo (isto agora foi para o descansar)..
Depois, há que pensar no resto da família e atenção que requer (desde as mais pequenas à mais velha; essencialmente esta).
Claro que se acontecesse, o cachopo (que quase de certeza seria uma cachopa) não ia para a roda dos enjeitados.
Face ao exposto tenho a anunciar que o nosso 3.º será este porquinho da índia de focinho branco (aqui com poucas horas de vida), lindo de morrer, que está prestes a vir cá para casa.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
E viveram felizes para sempre
"E viveram felizes para
sempre".
Vitória. Vitória, acabou-se a história.
História contada, história arrumada".
Todas as santas noites, Ariana, ouvia aquela "conversa para boi dormir".
Já em criança se questionava se a mãe acreditava mesmo nas histórias que lhe contava.
Bem a ouvia a contar à vizinha, a
história do casamento de sonho da prima Maria Eduarda e do Carlos que saíram da
igreja numa charrete puxada por cavalos brancos e se divorciaram ainda os pais
estavam a pagar os empréstimos feitos para pagar a boda.
E nas revistas cor-de-rosa, guardadas
religiosamente pela senhora da limpeza, só via sequências de fotos nas quais as
juras de amor eterno efectuadas em alto mar, acabavam em sessões públicas de
lavagem de roupa suja e disputa pela guarda de criancinhas que mais pareciam
armas de arremesso, feitas em biscuit.
À medida que ia crescendo, aumentava
em Ariana a percepção de que algo não batia certo naqueles finais de história.
Pois se o caminho estava a começar,
como era possível garantir felicidade eterna?
O caminho faz-se caminhando, como diz
aquele poeta castelhano que a professora de filosofia passa o tempo a citar.
“Viveram felizes para sempre”. Dito
assim parece estar-se a falar de uma casa começada a construir pelo telhado.
Não admira que entre em colapso em três tempos.
O padre Albano já tinha explicado na
catequese que não existe felicidade eterna. É a dor que faz crescer e
fortalecer o Amor, logo a “felicidade para sempre” não passa de um mito inventado
por algum “fazedor de ilusões”.
Se o Homem fosse uma régua e o
caminho um esquadro, recta seria a vida e lineares as emoções.
Ou estaria enganada? Gostava de pensar
que sim, que iria conhecer o seu príncipe encantado ao virar da esquina e, com
ele, construir os alicerces da casa.
Hoje é dia de ouvir Sitiados
Uma das bandas que ouvi bastante, durante a adolescência, foi os Sitiados.
Há 5 anos faleceu o vocalista João Aguardela (de cancro); agora o baterista Fernando Fonseca (também de cancro).
Hoje é dia ouvir SITIADOS, em memória deles e de todos os outros.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Adeus Amigo
Sou menina do papá e aos 18 anos recebi um carro novinho em folha (até metia dó tanta arranhadela naquela caixa).
Quando chegou a hora de o trocar, chegou também a hora de ser eu a pagar a factura.
Talvez por isso (aliás, de certeza) me custe tanto a despedida que não era suposto ser tão cedo.
Mas como alguém costuma dizer, "é a vida".
Adeus Amigo.
PAZ
Povos de todo o mundo uni-vos no
combate às guerras que de santas só têm mesmo o nome!
Pois não há nada de santo em
matar e torturar, a qualquer título, seja o nosso alvo inocente ou o mais cruel
dos vilões.
A justiça dos homens não tem
poder sobre a vida e a Deus não exige sacrifícios humanos.
Guerras são, tão-somente, guerras
e significam tudo menos liberdade.
Livremo-nos pois, e de vez, do
jugo causado pela cegueira que é o ódio.
Nascemos providos do livre
arbítrio que nos permite escolher caminhos e causas.
Usemo-lo em
consciência e sem que isso implique justificar os nossos actos ignóbeis e
inumanos com a vontade de seres superiores.
Saibamos merecer a liberdade pela
qual lutaram os nossos pais e avós. Saibamos assumir os nossos medos e erros.
Assumamos a responsabilidades pelas nossas escolhas.
Lutemos assim pela liberdade que
tanto ansiamos.
Uma liberdade comedida, porque
limitada pela liberdade dos nossos iguais.
Uma liberdade que seja sinónimo
de pensarmos por nós e não como meros carneiros que seguem, obedientemente, o
seu pastor.
Sejamos como as andorinhas,
livres de partir sempre que sentimos o apelo mas nunca perdendo o norte e
saboreando o regresso a casa que ocorre em cada Verão.
Rememos todos no mesmo sentido e
que a liberdade chegue como reveladora de igualdade subjacente à condição
humana, independentemente do género, raça, estrato social ou crença ideológico.
Acreditemos nesta possibilidade e
nela apostemos como quem aposta num cavalo de corrida pois sem acreditar não
vale, sequer, a pena sonhar com o dia em que seremos verdadeiramente livres.
Não deixemos a liberdade ao
critério do legislador e à sua imposição do que podemos ou devemos fazer.
Liberdade não é anarquia, nem
imposição.
Liberdade é aquilo que quisermos,
desde que assente no respeito pelo outro e na garantia de que todos têm igual
oportunidade para se sentirem felizes e realizados.
Sejamos deste modo livres. Livres
para amar sem exigir contrapartida.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Em defesa do 2.º filho
O meu excelso marido que raríssimas vezes partilha algo no facebook, resolveu partilhar ESTE texto sobre filhos e testes ao casamento.
O texto é giro e subscrevo-o mas tenho de me insurgir contra a forma como o papá das minhas filhas o utiliza e que tem como intuito atemorizar aqueles que pensam ter um 2.º filho.
É verdade que, pela nossa experiência, a verdadeira mudança na vida de casal aconteceu com a chegada da Tita.
Para isso contribuiu, desde logo, o facto de nunca termos tido grandes divergências relativamente aos hábitos de cada um (a tampa da sanita levantada nunca me incomodou por aí além) mas também a sorte de a Leonor ser daqueles bebés que começou a dormir a noite toda a partir do 1.º mês de vida.
Depois chegou a Tita, um verdadeiro furacão em termos de personalidade.
E claro que o tempo é menos (tem de se dividir), a paciência e o cansaço também.
Mas a recompensa é tão grande que, havendo Amor e bom senso, o casal supera.
Por isso, não hesitem. Vão ao 2.º e ao 3.º .....
O texto é giro e subscrevo-o mas tenho de me insurgir contra a forma como o papá das minhas filhas o utiliza e que tem como intuito atemorizar aqueles que pensam ter um 2.º filho.
É verdade que, pela nossa experiência, a verdadeira mudança na vida de casal aconteceu com a chegada da Tita.
Para isso contribuiu, desde logo, o facto de nunca termos tido grandes divergências relativamente aos hábitos de cada um (a tampa da sanita levantada nunca me incomodou por aí além) mas também a sorte de a Leonor ser daqueles bebés que começou a dormir a noite toda a partir do 1.º mês de vida.
Depois chegou a Tita, um verdadeiro furacão em termos de personalidade.
E claro que o tempo é menos (tem de se dividir), a paciência e o cansaço também.
Mas a recompensa é tão grande que, havendo Amor e bom senso, o casal supera.
Por isso, não hesitem. Vão ao 2.º e ao 3.º .....
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Desta vez sim, estou livre do IPO
Depois da onco-hematologista me ter dado alta do IPO, foi a vez da nefrologista o fazer (ainda que com indicação de ser seguida em consulta...
-
Depois da onco-hematologista me ter dado alta do IPO, foi a vez da nefrologista o fazer (ainda que com indicação de ser seguida em consulta...
-
Fiquei hoje a saber que a petição contra o abate do cão Zico (aquele que há dias atacou um bebé de 18 meses que acabou por falecer) tem já 1...
-
Li há dias que o Alzheimer é uma doença da família. Nada mais verdadeiro. Não será só o Alzheimer, é certo, pois numa família a sério toda...

