Faz hoje 3 anos e meio, a minha rafeira mais nova.
Concebida na fase pós quimio, enquanto a discussão era pílula ou DIU, a Tita foi um sopro de vida que entrou na família e são indescritíveis os seus "poderes curativos". A cachopa tem o dom de arrancar sorrisos a quem a rodeia nos momentos mais difíceis.
O papá costuma dizer que foi a Tita que mudou a nossa vida enquanto casal. Não só por ser ela (com um feitiozinho jeitoso) mas por ser a 2.ª filha. E, de facto, a chegada da Tita com tudo o que implicou foi mais um desafio. Nem sempre é fácil lidar com duas bebés de idade tão próxima, mas acho que não nos temos saído mal de todo.
Olhando para trás, nem nos lembramos como era a vida sem ela. E é tão bom, sentirmo-nos assim completos.
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
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