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A mostrar mensagens de Dezembro, 2018

Não é preciso muito mais

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Só falta a nossa benjamin, a festejar noutras bandas.

Quando se sai dos trilhos

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Quando saímos dos trilhos por todos trilhados e optamos por outros menos óbvios, há sempre algo diferente que se descobre.

E frutinha, não?

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Este corpinho começa a pedir fruta. A ver se me lembro.

Vamos cantar as janeiras

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Somos um grupo de jovens, sim, seus más línguas☺

Há lágrimas necessárias

Nenhum pai ou mãe, digno de assim ser chamado, tem maior ambição na vida do que ver os seus filhos felizes.
E essa ambição é tão grande quanto a tentação de nos substituirmos a eles, nas dores e frustrações. Acontece que as dores e frustrações são inerentes à vida em sociedade e achar que dar o corpo às balas para as sofrer em vez dos filhos é, para além de uma grande utopia, meio caminho andado para que cresçam sem resistência às contrariedades.
A saúde, amizades, vitórias, amores (...) não se compram. A incapacidade de o perceber, especialmente quando visíveis em atitudes dos pais é algo assustador.
Ver uma mãe entrar em campo, a contestar a decisão de um treinador, tirar a camisola ao filho e atirá-la violentamente em direcção ao alvo da sua fúria, porque viu o seu filho chorar na sequência de um castigo surgido após uma série de condutas antidesportivas do garoto é revelador deste equívoco. E é particularmente crítico quando o miúdo integra uma equipa e, como tal, é ensinado pelos…

Filhós , sonhos e bilharacos -onde está a verdade?

Prometeram-me filhós, que na minha terra são bilharacos, aos quais outros chamam sonhos.
Uma confusão total, esta dos doces de natal, que me baralha o neuronio. Eu sou aquela que foi criada entre Aveiro e Ermesinde, por alentejanos e, como tal, nunca sei o que é o quê e muito menos de onde é a tradição.
Vamos lá saber, o que são para vocês filhós, sonhos e bilharacos.
Agradeço, desde já, as partilhas natalícias.

7 filhos

-Eu quero ter 7 filhos!
-A sério?!!! E como que ias conseguir  aturar tantos, se se portassem tão mal como tu logo de manhã?
-Dava um estaladão a cada um e resolvia!


NOTA - coitados dos meus netos

Ponto de viragem

A Ministra da Saúde pediu desculpas à Bastonária da Ordem dos Enfermeiros. Esta, por sua vez, aceitou e disse ser este o "ponto de viragem".

Assim seja. Seria tudo tão diferente no mundo, se não tivéssemos tanta dificuldade em usar esta palavra.

E o sofá ali tão perto!

Mais um fim de semana que voou, entre catequese, festas de anos (3), basket, visita à melhor avó do mundo e estreia na feitura de papas de abóbora.
E o sofá ali tão perto, sempre a tentar-me mas sem conseguir que o seu chamamento fosse mais forte que os outros todos.

Assim até dá gosto perder

Ontem o Esgueira perdeu. Nada que não fosse expectável, que a Oliveirense está em excelente forma e ameaça arrecadar novamente o título (ficará no Distrito, o que é sempre bom).

A diferença de pontos foi grande, que o basket tem aquela coisa espectacular de permitir mudanças avassaladoras em pouquíssmo tempo).


Tão grande como a ovação dos adeptos que não arredaram pé até cumprimentar todos os jogadores, enquanto aplaudiam a sua bravura e capacidade de entrega.

Muito bom, perder assim. Com orgulho do trabalho feito.

E é isto. Uns bebem e fumam coisas para descontrair. Eu virei-me para isto. Tinha algum jeito ficar no sofá, enrolada numa mantinha, numa noite chuvosa de sábado? Isso é para os dias da semana, obviamente.

Homens e mulheres

Podem dizer o que disserem mas há coisas nas diferenças comportamentais entre homens e mulheres que só podem ter explicação física. Esqueçam a educação, o azul e o rosa e todos os demais estereótipos.
É assim e ponto final.
Se não acreditam, estejam atentos a um grupo de meninas de 9 anos. Amuos, cochichos, queixinhas, diz que disse ... um sem fim de galinhices que não se ensinam.
Deus me ajude ... e me dê pachorra.

Dúvida existencial

Que pensar dos gatos, que comem peixe. Dos peixes, que comem minhocas? E por aí fora?

Há que legislar, urgentemente, sobre estas matérias? Ou não?

Acordem para a vida! Por favor!

No mesmo fim de semana em que vi partir uma jovem mãe que, conhecendo perfeitamente o seu estado terminal, não deixou de participar em actividades na escola, actividades extracurriculares, festas de Natal, cansei-me de ouvir lamentos.

Ora porque tinha pingado, ora porque estava vento, ora porque estava frio (em Dezembro, vejam só), ora porque estava sombra, ora porque sim …

Sendo que foram lamentos ouvidos em pleno evento festivo.

E eu, que raramente perco o sono, fartei-me de dar voltas na cama nestas duas últimas noites, tal o turbilhão de pensamentos.

A alegria de estar viva e de boa saúde, misturada com a grande tristeza que é ver estas partidas prematuras e as 1001 questões sobre o "porque não a mim" que, inevitavelmente, assaltam os pensamentos neste momento, deixaram-me sem paciência para tanta cegueira.

Acordem para a vida, pá! Por favor!

Para a Luísa

Escrevo-te no nosso caldeirão verde, onde passaste tantas horas, suportando sabe-se lá que dores, sempre de sorriso no rosto.
Onde ontem, durante o jogo te procurei tantas vezes percebendo que a tua ausência era sinal que algo não estaria bem, mas sem desconfiar que estarias a seguir o teu caminho para o céu.
Não convivemos muito mas os poucos momentos em que tive a honra de privar contigo foram suficientes para te admirar e ter como exemplo de mulher e mãe. Alguém que nunca baixou os braços e deu tudo o que de melhor tinha.
Neste momento peço a Deus por todos os que cá ficaram e não conseguem perceber o porquê desta partida tão precoce. É difícil perceber e aceitar. Porém,  a certeza que a semente que deixastes no coração de todos e de que continuaras (agora aí de cina) a velar por todos, ajudará a continuar o caminho.
O teu lugar na bancada estará sempre preenchio, pelas lembranças. Obrigada e um grande beijinho.

Felizmente que tenho a cabeça agarrada ao corpo

O Tico e o Teco, que nunca foram muito bons, andam meio avariados.
Só isso explica que tenha deixado, no meio do estacionamento, o cabaz de legumes que pousei para conseguir abrir a porta da casa.
Só por sorte os não passei a ferro.
Mais sorte ainda foi uma Amiga passar pelo cabaz e perceber que aquele serviço só podia ter sido feito por mim.
E, assim, acabei por ter os legumes entregues ao domicilio.
Felizmente que tenho a cabeça agarrada ao corpo, senão seria lindo.

Sobre as crianças e a simplicidade

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Há momentos em que invejo a simplicidade das crianças.
Hoje vi a felicidade irradiar dos olhos da minha mais nova, ao sair de casa com o presépio inacabado que fez com o papá.
Estava tão orgulhosa que não lhe viu imperfeições e teve pressa em mostra-lo ao mundo. Nós, os crescidos, é que só vemos as falhas que nos rodeiam.

O avô Matos estava muito à frente!

O meu avô Matos era a pessoa mais poupada que alguma vez vi. Não havia papel de embrulho ou plástico de encapar livros que lhe passasse pela frente e ficasse sem destino. O resto da família ainda hoje se ri, ao ver livros encapados com plástico aos corações ou papel das prendas trocadas no Natal de 1983.
Este ano, ao perceber que têm de sair cá de casa 3 presépios e uma coroa de advento feitos com materiais reciclados, fez-se-me luz. O meu avô foi um precursor do ambientalismo e nós, curtos de vistas, a acharmos que era forreta! Ignorantes, diria ele!

O baby shower de Jesus

Contrariamente ao que os calendários de chocolate nos podem fazer querer, o Advento não começa (liturgicamente) no dia 1 mas sim no 1.º domingo de Dezembro, amanhã.

No meu coração, porém, já se vive a ânsia de preparar a vinda do menino Jesus, numa imagem moderna preparar o seu baby shower.

Sinto, este ano, uma particular necessidade de viver estes dias em slow motion o que será, sempre, pouco provável entre trabalho, actividades extra laborais e 500.000 festas, de aniversário entre outras efemérides.

Pelo menos esta manhã consegui o meu propósito. Depois de uma boa noite de sono, nada melhor que uma manhã inteira de pijama.

Feliz Advento a todos.