sábado, 31 de maio de 2014

Actividades grátis no Dia Mundial da Criança

O Dia Mundial da Criança assinala-se amanhã e tenho visto divulgações de montes de actividades para para os pequenos monstrinhos que são GRÁTIS.


Há que aproveitar até porque consta que amanhã estará sol e nada melhor num dia de sol que soltar as feras e deixá-las derreter as energias ao ponto de chegarem a casa e cairem para o lado de cansaço.


Cá por Aveiro teremos, por exemplo, as actividades organizadas pela CMA - PROGRAMA


Um peddy-papper, das 10h às 12h, no Museu de Aveiro (em frente à Sé)


As aulas de zumba infantil, às 11h e às 11h30, no Fórum.


Um conjunto de actividades no Mirador Business Center


As actividades multiplicam-se pot todo o país. Basta procurar.





São mesmo gajas

- Meninas, sabem o que se comemora no domingo?


- Siiiiiiiiiiiim, é a novela nova!.




São mesmo gajas (ou então será por terem a sorte, que só a infância permite, de ouvirem o que está a passar no radio do carro em vez de irem perdidas em mil pensamentos e conjecturas).


Seja como for, e para quem não sabia, domingo inicia uma novela (não sei em que canal, mas posso perguntar às pequenas) e também se assinala o Dia Mundial da Criança.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Ódiozinho de estimação

Tenho um ódio de estimação a questionários.


Mexe-me com o sistema nervoso, tudo o que me impeça de responder com um "considerando", seguido de um "nomeadamente".


Logo por azar, os questionários estão na moda e "são a mato". Não há tese, de mestrado ou doutoramento que não tenha um. 


Posso estar muito errada, mas parece-me que grande parte não deles não terá muita utilidade. Seja por estarem mal feitos (dá uma trabalheira dos diabos fazer um questionário decente), seja pela baixa taxa de resposta que retira qualquer expressividade à amostra.


Seja como for, esta semana jurei a mim mesma que hei-de tornar-me mais tolerante aos questionários isto porque fiquei boquiaberta com uma conversa ouvida há dias sobre as  "n" escalas de avaliação possíveis de utilizar e a fiabilidade de umas e outras.


Confesso que me senti uma bruta por ignorar a verdadeira ciência que os questionários encerram.


Não prometo render-me a esse tipo de leitura dos factos, mas começarei a estar mais atenta e cooperante. Palavra de Susana Alice.











Às vezes temos de ser chamados à razão

Eu - Sabes, a Tita trouxe um recado do infantário. Na 2.ª feira vai ao cinema. Nem acredito que não vou com ela. É a 1.ª vez que vai ao cinema. Até estou em choque.


Ele - Vai ser melhor assim. Pensa bem. Tu ias adormecer e ela ia fazer um daqueles escândalos que te ia deixar envergonhada, quando começasse a gritar que queria ir fazer cócó ou outra coisa qualquer.


Já estás melhor?


Eu - Bem, visto desse ponto estou bem melhor.


NOTA - Às vezes temos de ser chamados à razão, mas ainda assim estou com uma vontade enorme de "arranjar" uma qualquer dorzinha que me impeça de ir trabalhar na 2.ª feira (sendo que não o farei, como é óbvio)

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Sobre o estado de conservação dos Rolling Stones

Ia mais depressa a Lisboa ver Xutos ou Aerosmith do que os Rolling Stones, mas não deixo de admirar a sua longevidade que me parece um mistério melhor guardado do que o 3.º segredo de Fátima.


Sinceramente não percebo como é que aquelas alminhas, que me parecem autênticos mortos vivos (os homens já tiveram melhor aspecto) conseguem aguentar a pedalada de um concerto.


Ou melhor, percebo. Só não acredito é que seja simplesmente por gostarem muito daquilo que fazem e tratarem bem da saúde como ouvi hoje uma douta psico-gerontóloga a dizer.


Não me lembro de metade das atrocidades que a senhora disse numa rádio nacional mas, entre outras, fez uma comparação entre os músicos "do tempo" dos Stones e os da actualidade, que me faria rebolar no chão a rir não fosse estar a conduzir.


Diz a senhora que "naquele tempo" os músicos tinham um estilo de vida mais saudável. Pena a Janis Joplin, o James Morrison e outros que tais não estarem cá para falarem com esta inteligência suprema.

Esta já ninguém ma tira

No meio da correria que foi o meu dia, recebi uma (EXCELENTE) notícia pela qual muito (des)esperei.


Para alguns, as vitórias morais são insignificantes. A mim, esta sabe-me melhor do que um leitão de pele estaladiça, seguido de um peixinho de ovos moles, e já ninguém ma tira.


E agora vou só ali até à rotunda da Pontes, buzinar um bocado para comemorar.



quarta-feira, 28 de maio de 2014

O que significa dar a outra face?

A minha avó é uma católica fervorosa.


Há uns anos, a propósito não sei de quê, disse-lhe (em tom provocatório) que, sendo católica, tinha de "dar a outra face".


A resposta foi pronta e lapidar. "Lá por ser católica não significa que tenha de deixar que me batam".


E é assim mesmo. "Dar a outra face" é daquelas expressões que não pode ser interpretada à letra.


Antes pelo contrário, significa que não nos devemos deixar dominar por ressentimentos.


É certo que nem sempre será fácil, mas há poucas coisas melhores do que a paz interior.

Como se diz no norte, deu-me cá uma tanga

- Benedita, se tornas a fazer isso vais de castigo para o quarto!!!

- Para qual?

E perante esta pergunta -  a assistência desmanchou-se a rir e o castigo ficou por infligir (pois, como é óbvio, a Benedita repetiu a asneira que já bem sei qual era).

Deu-me tanga (mais uma vez), mas teve piada e contra factos não há argumentos.


terça-feira, 27 de maio de 2014

Visão romântica sobre a vida adulta

- Leonor, sai da casa de banho que eu quero ficar sózinha.
- Mas mãe, tu és uma adulta!!! Nem acredito no que estás a dizer!!!
- Então porquê?
- Porque os adultos não têm vergonha ... nem medo


Fiquei tão enternecida com esta visão romântica que a minha mais velha tem sobre a vida adulta que nem tive coragem de a desmistificar.

Há dias em que me apetece emiigrar

Palavra de honra que há dias em que me apetece emigrar e hoje é um deles.


Emigrar, não no sentido corrente do termo mas no de sair de algumas situações para as quais não vejo resolução.


E não se assuste quem ler este meu texto de pura catarse pessoal, pois refiro-me a situações/problemas do dia a dia que, sendo comuns a muita gente, não deixam de ter gravidade suficiente para me questionar o que é que eu poderia/deveria fazer para os resolver.


Apesar da vontade, sei que nunca emigrarei. Por um lado porque se o que me dá vontade de emigrar é a impotência, emigrar seria completamente incongruente. Tenho de ficar e pronto. Para alguma coisa servirei.


Por outro, porque chega sempre a hora de cuidar de quem sempre cuidou de nós. E o capitão, que um dia serei, nunca abandona o navio.


E é isto. Desculpem o desabafo.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Sobre os resultados eleitorais

Certamente por (de)formação académica, nunca consigo ver um facto a preto e branco.


Há sempre um "depende" ou um "mas" em tudo. Tenho é de ver uma aplicação prática para as coisas, pois não gosto de filosofias.


Há coisa de uns 10 anos, resolvi inscrver-me num curso (básico) de contabilidade e nunca me senti tão burra na vida (isto sem querer dizer que sou inteligente) pois onde os colegas viam um "T" eu vi o tal "depende".


Isto tudo para dizer que acho imensa piada às múltiplas leituras possíveis dos números eleitorais, que comprovam que enquanto existirem homens sobre a terra nem a matemática será uma ciência exacta.


Já não acho tanta piada aos resultados que os números espelham por toda a Europa e que são verdadeiramente assustadores.

domingo, 25 de maio de 2014

Onde é que é que é a festa hoje?

Hoje ao acordar a 1.ª pergunta que a Benedita fez foi "onde é que é a festa hoje?"


A pergunta faz todo o sentido, se pensarmos que desde o sábado de Páscoa tem sido um corropio, de festarola em festarola.


Começou com o baptizado do D., ao qual se seguiu a viagem ao Alentejo (para a comunhão do A), seguida da comunhão do D.


Logo após foi a festa do meu aniversário, dias depois a festa de aniversário da Leonor e, no dia seguinte, o baptizado da T.


Ontem foi dia de festa de aniversário da MM.


Hoje, confesso, a minha vontade era andar de pijama o dia todo, mas fomos incapazes de resistir a uma cachupa caboverdiana , que estava de comer e chorar por mais.


Para além disso, tinha "os votos", e dever cívico é para cumprir.


No próximo sábado será a festa de encerramento do ano lectivo, na escola de música da Leonor.


E para já, parece-me que é tudo.


Ufa.

Decisão difícil





A 1.ª grande decisão que tivemos de tomar quanto à Leonor relacionou-se com a vacina contra a gripe A, que acabou por não tomar.


Agora, a 1 ano de entrar na escola primária, o papá é da opinião que a pequena vá para a pré- primária para que se comece a adaptar ao novo ambiente.


O meu coração de mãe anda apertadinho com esta ideia. Sinceramente não vejo grande vantagem na mudança, embora reconheça a vantagem de a Leonor se integrar em  grupos diferentes e conviver com outros meninos que não aqueles que conhece desde bebé.


Aquilo que me deixa mesmo angustiada (acho que é mesmo esse o sentimento) é o facto de sair de um sítio onde sei que é muito bem tratada e onde eu própria fui sempre muito acarinhada.


Tenho uma forte ligação sentimental à escolinha das minhas meninas e às suas funcionárias.


Não consigo esquecer as circunstâncias em que lá entrei, que me impediram de estar na 1.ª reunião de pais por coincidir com uma sessão de quimioterapia e todo o cuidado tido comigo e com a situação.


Não há nada que pague poder ir trabalhar descansada, por saber que as nossas crias ficam bem entregues (tal como comprova o facto de haver dias em que choram por não querer vir embora).


O que me faz ficar renitente quanto a esta troca não é, nem de longe nem de perto, o facto de a pré ser uma escola pública. Há bons e maus profissionais em todo o lado.


O que me prende são os afectos. Sei que mais um ano e a Leonor terá, necessariamente, de mudar. Mas sempre seria mais um ano de aconchego.



sexta-feira, 23 de maio de 2014

Curiosidades sobre a véspera e dia de eleições

Ainda estou recenseada em Santa Maria da Feira e até hoje estive muito tentada a deixar-me vencer pela preguiça e engrossar os números do absentismo.


A campanha foi, para não variar, paupérrima e, na grande maioria, os candidatos limitaram-se a lançar farpas e apontar culpas.


Ideias para a Europa vi poucas.


Entretanto, a minha consciência cívica foi-se sobrepondo à preguiça e percebi que, enquanto defensora do dever/direito de voto, tenho de ser coerente.


E assim me arrastarei até à Feira no domingo.


A título de curiosidade aqui ficam algumas informações úteis sobre Eventos na véspera e no dia de eleição (fonte CNE)


Não. Porém, é necessário ter em consideração o seguinte:
  • É proibido fazer propaganda por qualquer meio na véspera e no dia da eleição;
  • Não pode haver aproveitamento dos eventos festivos ou outros, no sentido de serem entendidos como propaganda eleitoral;
  • Em eventos que impliquem a deslocação de eleitores para fora dos locais em que estejam recenseados devem criar-se condições para que estes possam votar;
  • É proibido perturbar o regular funcionamento das assembleias de voto, o que pode implicar que um evento se realize em local distante das mesmas;
  • É proibida a caça no dia da eleição.
 
Podem participar. Porém, não devem assumir uma posição de relevo na realização dos eventos, nem podem praticar quaisquer atos que, direta ou indiretamente, possam ser entendidos como propaganda eleitoral ou contribuir, de alguma forma, para que outrem os pratique. 
 
Sim. Porém, o seu trajeto não deve coincidir com o local de acesso à assembleia de voto, de modo a não prejudicar o normal funcionamento da assembleia de voto.

 
Sim. Porém, a sua realização não deve colocar em causa o exercício do direito de voto por parte dos participantes.


É permitida a caça no dia da eleição?
Não. A caça é proibida nos termos do nº 4 do artigo 89º do DL nº 201/2005, de 24 de Novembro.


Quem será o pai da criança

E para acabar a semana em grande, deixo a questão "Quem será o pai da criança"

Como dizem no norte, é de rir .

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Cassette matinal

- Meninas, despachem-se, já estamos atrasadas !


- Meninas, não torno a chamar. Quem quiser que venha atrás de mim!


- Despachem-se, vou chegar atrasada ao trabalho!


- Olhem-me, vou embora!


- Vou mesmo.


- Até logo.


- Então, não vêm?


- Querem ficar sózinhas em casa?


- Pronto, vou-me embora.


- Querem que eu me chateie?


- Eu vou embora sem vocês.


(20 x)


Visto assim, acho que percebo porque não me levam a sério.

Será bicho, será gente?

Será bicho, será gente?
Gente não é, certamente.
E nem bicho pensa assim.
Fui ver, era o Jean-Marie Le Pen


E ao que parece, a Frente Nacional está em vias de se tornar um dos maiores partidos políticos em França.


Há coisas que ultrapassam a minha capacidade de entendimento.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Alturas em que gostava de ser florista

Sou completamente inepta para tudo aquilo que implique trabalhos manuais (com uma pequena excepção para o ponto cruz).

Até tenho suores frios de cada vez que o infantário propõe a realização desse tipo de actividades, excelentes para juntar pais e filhos mas algo angustiantes para quem tem duas mãos esquerdas.

Quando me pedem para desenhar símbolos da minha profissão então, só me apetece enveredar pela carreira de florista.

Ainda assim é a única coisa que sei desenhar (e escrever).

O que não nos mata torna-nos mais fortes

O povo, na sua sabedoria empírica, tem razão em quase tudo.


É por isso que gosto, particularmente, dos chamados "pensamentos do dia".


Hoje escolhi este:


"O que não nos mata torna-nos mais fortes" - é tudo questão de sabermos tirar as devidas liçoes e não repetir erros (digo eu).

terça-feira, 20 de maio de 2014

Ronaldo e Kapinha - brega ou chique?


Por ordem cronológica de publicação (e não sei se de produção, pelo que não posso dizer quem imitou quem), partilho duas fotos às quais me é difícil ficar indiferente.

Depois de ver a "porradinha" que foi dada ao Kapinha e à Mafalda Teixeira, depois desta foto "artística", não pude deixar de sorrir ao ver a foto do Ronaldo e da sua Irina (estou super curiosa por ver os comentários a esta).

Diferenças que vejo

1 - A TV 7 Dias (creio que foi nesta revista que saiu a 1.ª foto) não é a Vogue (o que para alguns mudará logo a estética da coisa)

2 - O fotógrafo do Kapinha e da Mafalda Teixeira não foi o Mario Testino (factor também importante, na altura de apreciar a qualidade da imagem)

3 - A Irina não está, pelo menos visivelmente, grávida.

E a vocês, que vos parece?


PS. Texto com alguma (não pouca) ironia





segunda-feira, 19 de maio de 2014

O mais belo e, simultaneamente, mais difícil

Há dias falava com uma Amiga que me dizia (referindo-se ao marido), "ele pensa que depois de uma discussão basta começar a falar normalmente, para que tudo fique bem, mas eu preciso de ouvir a palavra desculpa".


Fiquei a pensar nisto. Realmente, o mais belo no relacionamento interpessoal (seja ele amoroso ou não) é a diversidade de feitios.


Ninguém vê, ouve e sente da mesma forma.


Gerir, de forma equilibrada, essa diversidade é que é o cabo dos trabalhos. O meio termo é sempre difíicil de encontrar.


A minha Amiga devia conseguir entender (e aceitar) que o "voltar a falar normalmente" é a forma (desajeitada) de o marido de lhe pedir desculpa.


E o marido devia perceber que ela tem necessidade de ouvir a palavra desculpa.


Algum deles estará errado?


Penso que não. Haja sensibilidade, bom senso e tolerência. E viva, acima de tudo, o Amor.

sábado, 17 de maio de 2014

Interrogação retórica

Porque é que eu compro tantas revistas de culinária se na hora em que preciso de uma receita recorro à net?

Coisas que me disseram ontem

- Mãe, era suposto sentares-te aqui ao meu lado!!!
(Leonor - 5 anos)


- Mãe, 1.º vamos comprar os sacos para os doces da festa e depois vamos ao parque!!! Percebeste a ideia?
(Benedita - 3 anos)




Desabafo - como diria uma grande Amiga "estou trabalhada" com estas duas miúdas, que já acham que são gente

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Engrossar molhos depois da descoberta da roda

Estava eu de roda dos tachos, a estufar umas moelas (sou tão pouco chique que até assusta), quando resolvi consultar o meu amigo google sobre a melhor forma de engrossar o molho.


Naveguei, naveguei e encontrei duas possibilidades. Ou colocar menos água (fora de questão ou não teria procurado ajuda) ou colocar um pouco de farinha.


Parece não ter havido grande evolução quanto ao modo de engrossar molhos, depois da descoberta da roda.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

A minha família

Sou a mais velha de 3 irmãs.


Nasci de "seis meses, mas muito perfeitinha" (se é que me faço entende)r, tinha a minha mãe 20 anos e o meu pai 23.


Casar e ter filhos sempre fez parte dos meus planos de vida. Diz o meu marido, e eu acredito apesar de não me lembrar, que lhe disse isso mesmo num dos nossos primeiros encontros.


Não conheci a minha avó paterna, de quem herdei o nome Alice, e o meu avô paterno faleceu tinha eu 11 anos.


Sendo o meu pai filho único, a nossa vida acabou por gravitar sempre à volta do lado materno.


Aliás, vivi com os meus avós maternos até aos 5 anos,  quando finalmente apareceram condições para a família nuclear se reunir geograficamente. E estou com eles quase diariamente.
Descendo de uma família de gente batalhadora e fortes princípios, que me ensinou a valorizar o importante e a não me deslumbrar com futilidades.
Gente a quem devo, entre muitas coisas, o facto de não ser um carneirinho e defender sempre os meus ideais


Não me lembro de passar um dia sem falar, pessoal ou telefonicamente com os meus pais (tirando quando vão de férias, porque nunca orçamentam o custo das chamadas - esta é uma private joke).
O orgulho que sinto pelos meus avós e pais é indescritível e qualquer tentativa que fizesse para o exteriorizar ficaria muito aquém da sua real dimensão.
Resta-me honrá-los colocando em prática os seus ensinamentos e, assim, tentar chegar aos seus calcanhares (coisa que não será fácil).
Neste Dia Internacional da Família, um grande beijinho para os meus avós, pais, irmãs.


E também para o meu homem, e respectivos progenitores, e para as nossas crias, que vieram compor o belo ramalhete.


Se a culpa não fosse da mãe nem se faria a festa

Leonor - olha mãe, se eu ontem me portei mal no Pingo Doce foi porque tu não me deixaste comprar coisas de criança!


Mensagem entendida.

Perder e ganhar é desporto (vem este post a propósito do Benfica e de muitas outras coisas na vida)

Ontem, no final do Benfica-Sevilha, veio-me à cabeça esta frase, tantas vezes repetida pelo professor Pereira, na escola primária, "perder e ganhar é desporto".


Sempre a entendi como uma forma simples de dizer que devemos dar o nosso melhor em tudo aquilo que fazemos. Se ganharmos tanto melhor, mas isso nem sempre é possível. O importante é que sintamos que fizemos tudo o que estava ao nosso alcance.


Tenho tido algumas "discussões domésticas" com o papá cá de casa acerca desta máxima que quero que as nossas crias interiorizem, pois os nossos conceitos não são totalmente coincidentes mas, com calma, sei que chegarei lá.


Nem de propósito, quando liguei a televisão esta manhã esta um comentador sabichão a dizer que as vitórias do Benfica nas competições internas desta época tinham perdido todo o valor após esta derrota frente ao Sevilha e que nem uma eventual vitória da Taça de Portugal iria mudar essa situação porque o Rio Ave .....


Esra cabecinha pensadora culpou ainda o Jorge Jesus por dizer sempre que o que interessa é jogar as finais e não ganhar.


Não percebeu este senhor (e muitos outros que por aí andam) que chegar "jogar a final" só é possível quando houve muitas vitórias anteriores, que há duas equipas em campo, a bola é redonda e só uma pode vencer.


Mas ok, sei que será inútil estar para aqui a debitar as minhas convicções.


E sei também que o futebol e qualquer outro tipo de competição é, mais do que desporto, uma forma de a malta descarregar o stress e as frustações.


A partir do momento em que vemos um pai a apontar uma arma ao árbitro de um jogo de futebol entre infantis (notícia lida esta semana), não admira que existam adeptos de outros clubes a comemorar a vitória de uma equipa estrangeira face a uma portuguesa (que é isso do patriotismo, senão uma quimera?).


Uma coisa é certa, para mim, o Benfica está de parabéns. Tal como o Sevilha. E o Jesus, o Cardozo.


Para não falar no homem do jogo, o Beto.


Para mim, uma  vitória moral não deixa de ser vitória. Não dará tanto reconhecimento e dinheiro, é certo, mas demopnstra qualidade e mérito.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Trocada por pulseirinhas de plástico







Quando a família Neves Pinto foi apresentada às famosas pulseirinhas de plástico, cuja história podem ver aqui, estava longe de imaginar serem um fenómeno tao popular.


Passados 15 dias, a moda entrou cá em casa pelas maos da avó Lili, que se tem entretido a crochetar os pequenos elásticos coloridos.


É engraçado como uma coisa tao simples se pode tornar apaixonante, ao ponto de D.ª Maria Leonor ter acedido a ficar em casa da avó para aprender a fazer as pulseiras, deixando a sua amada mae.


De modos que posso agradecer à avó Lili, e às suas pulseirinhas de plástico, o facto de estar a ver o Benfica-Sevilha sem ter de guerrear com a minha mais velha por causa do comando da televisao.


PS Nao sei que se passa hoje com o til







Papoilas saltitantes

Os meus amigos portistas não entendam isto como provocação, mas gosto imenso de papoilas.


É um regalo ver os campos pintalgados de vermelho nesta época do ano.


Por falar em portistas e papoilas, o meu conselho àqueles é que se afastem de toda e qualquer TV e rádio durante o dia, sob pena de arranjarem uma bela carga de nervos. Hoje até o Iran Costa canta músicas dedicadas ao SLB.


Até eu, que não sou benfiquista, estou ansiosa por ver o jogo. Parece-me é que terei de ir sózinha para o 1.º andar, pois o portista cá de casa anda cheio de azia.


Vamos lá ver se é desta que se quebra a maldição lançado pelo Bella Guttman.


Carrega Benfica!



terça-feira, 13 de maio de 2014

Brincadeira de meninas do sec. XXI (ou será XIX?)

Leonor - Tita tenho de ir para casa, porque o meu marido está a chamar-me assim "mulher, anda fazer o jantar!" E eu aqui a passear.

Meia década de Leonor

Parece que nasceu ontem, mas também parece que a tive sempre na minha vida.

A Leonor completa hoje meia década de vida extra-uterina.

Para ela, esta música que, na sua simplicidade, diz aquilo que não me canso de lhe repetir "gosto de ti desde aqui até à lua" ou, naquela que para a Leonor é a maior das medidas "gosto de ti vezes mil".

Parabéns minha costoletinha.

Adivinha o quanto eu gosto de ti

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Helena Costa assina pelo Clermont Foot

Momento histórico para o futebol mas,acima de tudo, para as mulheres


É portuguesa, e chama-se Helena Costa, a primeira vez que uma mulher assume o comando técnico principal de uma formação sénior masculina de um clube profissional.


Uma conquista para as mulheres e sem necessidade de estabelecimento de quotas. Bastou o mérito  e profissionalismo.


Podem ver a notícia aqui


Parabéns Helena Costa.

O nariz, o coração e uma grande lição

Ontem a Leonor deu uma queda como nunca tinha visto igual.


Após um ralhete do avô, por ter fugido no passeio, a pequena dama ofendida começou a correr em direcção a mim.


Nisto, tropeça, cai e dá com o nariz em cheio nas traseiras de um carro que estaa estacionado.


Começou a berrar (aquilo deve ter doído mesmo) e a deitar sangue no nariz e lá fomos (eu e o avô) tratar da pequena.


O pobre do avô ficou tão aflito que estava a ver que lhe dava um ataque cardíaco (mesmo sem se ter lembrado que o casal de namorados que ia a passar na altura do ralhete podia chamar a polícia, pois a gritaria começou logo após a sua passagem).


A certa altura não sabia se me devia precoupar mais com um ou com outro.


Felizmente, apesar do aparato da queda, a rapariga está bem.


O avô é que ainda não está totalmente recuperado.


Espero que o ocorrido tenha servido de lição à Leonor, embora desconfie que não.

Hoje é dia de Aveiro homenagear a sua padroeira, Santa Joana Princesa

Hoje é dia de a cidade de Aveiro homenagear a sua padroeira, Santa Joana Princesa.


A procissão solene, na qual terei a enorme honra de participar, sai da Sé de Aveiro às 15 horas.


Seguidamente realiza-se a Eucaristia também na Sé.


Estão todos convidados a unir-se a esta festa.

domingo, 11 de maio de 2014

Resposta arrasadora

Eu: Olha, comprei esta revista. 50% do preço foi para o cartão e ainda trazia uma pasta de dentes miniatura e uma revista de banda desenhada. Foi uma excelente compra, não foi?


Ele: Foi. Especialmente porque estávamos mesmo a precisar de uma revista de banda desenhada cá em casa!


Quem me manda a mim querer falar de economia a um economista?

37 anos

O dia começou com um "parabéns e muitos anos de vida, sempre a aturar-me", que me soou a declaração de Amor e renovação de votos.


E até consegui que as minhas filhas me dessem os parabéns logo ao acordar (algo que acreditava impossível)


Depois continuou com festa rija, na qual se comemorou o meu 37.º aniversário, o  10.º aniversário da prima Bruna (não interessa nada que já tenha passado um mês, que a malta quer é alegria) e o 60.º aniversário do papá Neves.


Tive a felicidade de reunir grande parte daqueles que me são mais queridos, com direito a conviva surpresa vinda directamente da Suécia, num dia verdadeiramente especial e cheio de emoções.


Não me importam as brancas, nem as rugas. Eu cá gosto é de fazer anos, muitos.


A todos quantos me mandaram mimos, em forma de sms, e.mail, telefonema (...) um muito obrigada.



sexta-feira, 9 de maio de 2014

É assim, mas ao contrário

Na noite passada,a Benedita fez xixi e, logo de seguida, arrancou a fralda. Tudo isto sem acordar.


Por acaso apercebi-me, pu-lhe outra fralda e vesti-lhe as calças do pijama.


De manhã fui encontrá-la nua da cintura para baixo, a dormir que nem uma pedra.


Está no bom caminho para o desfralde nocturno. É mesmo assim, mas ao contrário.

Coisas de que me lembro

Faz hoje 29 anos, almocei iscas de fígado (que abominava à data).


Era, habitualmente, uma das últimas a acabar de comer lá no colégio o que me valia (com frequência) ser chamada de "pastelona".


Mas naquele diz ainda foi pior, pois fui de castigo para a copa sob a ameaça de só sair de lá quando tivesse terminado de omer o fígado.


A minha sorte foi ter chegado a hora de almoço da funcionária que me colocara de castigo e a colega que a substituiu ter um coração mais mole.


Ainda assim não me livrei de um ralhete no dia seguinte, dado precisamente no momento em que ia à copa buscar pratos e garfos para, juntamente com os meus amiguinhos e com o professor Pereira. comer o meu bolo de aniversário.


Lembro-me disto, com clareza.


Em contrapartida, não me lembro do que almocei ontem.




PS


Esta deve ter sido a forma menos subtil que poderia arranjar para dizer que faço amanhã 37 anos. Gosto tanto de fazer anos, que não resisti. Ah,ah,ah

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Bichinho mais porco, a andorinha

Gosto muito de ver os ninhos de andorinha, mas é nos beirais dos telhados alheios.


Não sei como é possível um bichinho tão pequenino ser tão porco ... e mandar no sítio onde hei-de estender a roupa.

Deve ser dos nervos

Benedita - Nônô, porque é que estavas e chorar lá em casa?


Leonor -Eu não estava a chorar !!!


Benedita - Ai estavas, estavas!


Leonor - Não, não estavas!!!


Benedita - Ai estavas!


Mãe - Tu choraste Leonor. Lembras-te que fizeste uma birra na casa de banho?


Leonor - Ah


Benedita - E na cozinha.


Leonor - Ah não, na cozinha não. Foi só na casa de banho.


Benedita - Ai, sim.


Leonor - Ai NÃOOOOOOOOOOOOOOO.


(100 x)


E assim fomos até à escolinha, neste animado diálogo.


Não me lembro como eram os meus inícios de dia antes delas. A sério que não. Chego a um ponto que me parece que sempre fizeram parte da minha vida.


Só sei que deviam ser muito menos interessantes. E que não tenho tanto frio como dantes, pois chego ao trabalho sempre encalorada.


Deve ser dos nervos.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Pirilampo Mágico, esse semeador de discórdia

Esta manhã lembrei-me de comprar 2 Pirilampos Mágicos, um para cada menina, na esperança que o bichinho não viesse a ser motivo de disputa


Até há uns 3 anos atrás, nas minhas teorias, jamais compraria dois pois as crianças têm de aprender que não podem ter tudo o que querem (blá,blá,blá).


Em abstracto continuo a pensar o mesmo, mas a falta de paciência para aturar guerras fraticidas fez-me optar pelo que me pareceu mais seguro.


Só me esqueci de um pequeno pormenor. Os Pirilampos Mágicos (que adoraram) são exactamente iguais o que, como está bom de ver, originou logo uma discussão sobre "o meu e o teu".


Vai dai, sugeri à Leonor que escrevesse o nome na fita do dela.


Mais um tiro ao lado, porque o raio da tinta da caneta alastrou pelo tecido, manchou-o todo e os gritos transformaram-se em choro de desolação.


Eis que surge o pai em cena e sugere que se corte a fita, o que ajudaria também a diferenciar os Pirilampos Mágicos.


Sugestão efectuada, o pai corta a fita ao Pirilampo e a Benedita começa a reclamar para o faça o mesmo ao Pirilampo dela.


Em resposta, o pai sugere que troquem de Pirilampos, passando a Leonor a ficar com aquele que mantinha a fita já que o corte da mesma não havia sido uma escolha.


A solução foi, obviamente, contestada de forma ruidosa pela Benedita.


Resultado, dois Pirilampos sem fita.


O que vale é que, depois de tantos filmes, me parecem que já se esqueceram dos bichos.


Ah ... e ajudei a FENACERCI.











Não existem acasos

Sendo uma pessoa de fé, acredito piamente que não existem acasos.


E ontem tive mais uma prova disso mesmo.


Se repararam no post anterior, a tarde de dia 6 de Maio foi passada em combate.


Esperei, e ansiei, muito por esse momento. Não porque goste de conflitos (muito pelo contrário) mas para ver se este capítulo da minha vida se encerra com a maior rapidez.


Como sabia que iria ter um longo período de espera resolvi levar o livro que recebi no Dia da Mãe "O que aprendi com a minha mãe", da Helena Sacadura Cabral.


E não foi por acaso que recebi este livro, sobre valores e princípios, numa fase em que me confronto precisamente com uma situação originada pela falta deles.


Muito menos foi por acaso que o escolhi ler numa tarde de tanta inquietação.


O livro está escrito de forma muito transparente e directa. Identifiquei-me com todos aqueles episódios relatados.


Vi neles a minha avó e mãe e, para meu espanto, acabei a lamentar a desdita dos causadores de toda a situação pois, com toda a certeza, não tiveram uma mãe que lhes transmitisse princípios e não conhecem outro valor para além do do vil metal. Ou se a tiveram (também não quero ser injusta) não aprenderam nada com ela.


Obrigada Helena Sacadura Cabral.

terça-feira, 6 de maio de 2014

segunda-feira, 5 de maio de 2014

O que aprendi com a minha mãe

Para além das prendinhas artesanais das minhas crias, recebi um livro da Helena Sacadura Cabral "O que aprendi com a minha mãe".


Algo me diz que o vou ler de um fôlego só. Será o 1.º livro que lerei desta mãe que tanto admiro pela coragem e tenacidade.


Grande escolha papá, obrigada.

domingo, 4 de maio de 2014

Todos os meus dias são Dia da Mãe

Ouço a palavra mãe cerca de mil vezes ao dia, os dias.


- Mãe, quero água!
- Mãe, já está!
- Mãe, olha a Tita!
- Mãe, olha a Leonor!
- Mãe, não ouco nada. Põe mais alto.




Passo os dias a tropeçar em recortes e desenhos que fazem para me oferecer.


Não sei o que fazer a tantas flores que apanham, em qualquer canteiro, para me oferecer.


Deixei de ser Susana para passar a ser a mãe, no Centro de Saúde, no infantário ...


Todos os meus dias são Dia da Mãe ... e é tão bom.

sábado, 3 de maio de 2014

A língua portuguesa é muito traiçoeira

Leonor - Mãe, tenho calor!
Mãe - Já vou ligar o ar condicionado.
Leonor - O que é o ar alucinado?




Leonor - Mãe, porque é que não posso comer mais panquecas?
Mãe - 1.º porque têm muito açúcar, 2.º porque são caras!
Leonor - Ah, então fazem cáries, não são caras!

Sobre a importância da respiração no parto

Esta semana ouvi uma conversa na farmácia que me deixou a sorrir, por culpa das memórias que trouxe.


Dizia uma jovem grávida que nas aulas de preparação para o parto lhe tinham dito que quanto mais calma estivesse, mais fácil seria e que uma boa respiração era muito importante durante o parto.


Com todas as atribulações vividas durante a minha 1.ª gravidez acabei por não fazer as aulas de preparação para o parto.


Uns dias antes do grande momento, passei à porta de um sítio onde havia dessas aulas e perguntei se seria possível fazer só uma aula - a da respiração.


Propuseram-me marcar a aula para a semana seguinte e quando disse que aí já seria tarde demais, a minha interlocutora arregalou os olhos e ficou a olhar para mim como se eu tivesse pirado.


De modos que tive de me preparar para o facto de ter de passar pelo teste sem ter ido às aulas, o que fiz fixando-me na ideia de que nem no tempo das minhas avós nem no da minha mãe havia disso.


Depois, na 2.ª gravidez, a trabalhar a 1000 à hora e já com a Leonor, nem tive tempo para pensar nisso (claro que ajudou o facto de ter tido um parto muito fácil e rápido).


Após dois partos  e apesar de, considerando as experiências que tenho ouvido, os mesmos terem sido  canja, tenho sérias dúvidas que a malta tenha o discernimento para se concentrar na respiração durante o pico de uma contracção.


Não duvido da importância de uma respiração correcta, atenção, e acho muito bem que as pré-mamãs se preparem o que ajudará, quanto mais não seja, a que se sintam mais seguras num momento tão importante.


Não vale é a pena stressarem (ainda mais) com medo de não colocarem em prática o ensinamentos recebidos.


Acreditem em mim. Para stress, já basta o que basta.



sexta-feira, 2 de maio de 2014

A surpresa da Leonor

A Leonor trouxe para casa a prenda do Dia da Mãe que fez no infantário e sobre a qual andava a falar há dias.


Quando a vi supus que a pudesse abrir, mas estava enganada.


A Leonor fiou desolada quando percebeu que já tinha visto a surpresa e obrigou-me a prometer que a tornaria a embrulhar.  Tive de prometer também que, no domingo, faria que conta que estava admirada ao ver a prenda.


Resolvi entrar na brincadeira e sugeri-lhe que a escondesse.


Na sua inocência perguntou-me "onde"?







quinta-feira, 1 de maio de 2014

E quem fosse comer uma caracolada?

Chegou o mês de Maio e com ele, entre outras coisas boas, a época dos caracóis que (dizem os algarvios) não se devem comer em meses que tenham r.


E não era nada mal pensado ir até uma esplanada comer uma caracolada, devidamente regada (no meu caso) por um ice tea de limão fresquinho.


Alguém alinha?

Ai tenho, tenho

- Meninas, já vos disse mais de mil vezes que têm de ir tomar banho. Já estou a ficar chateada !!!


- Mãe, tens de ter muita calma!


Sábia, esta Maria Leonor



Músicas que ouvi vezes sem conta na juventude

Sempre estudei ao som de música dos mais variados estilos.


Como tinha a sorte de ter centenas de cd´s à disposição (coleccção que é a menina dos olhos do meu pai), era só escolher.


Claro que, tonta como sou, acabava sempre a ouvir os mesmos´, em modo repeat (vá-se lá perceber a cabeça das pessoas).


Hoje deu-me para ir recuperar algumas das músicas que me foram acompanhando na juventude e aqui estão algumas delas




Poison - Alice Cooper
Friends in low places - Garth Brooks
Johnny B - Hooters
Proud Mary - Credence Clearwater Revival
What´s love got to do with it - Tina Turner
A vaca de fogo - Madredeus
Para ti Maria - Xutos e Pontapés
Maria - GNR
O prometido é devido - Rui Veloso
A Marcha dos Desalinhados - Resistência