Mensagens

Acasos? Não acredito neles!

O assunto não justificava a hora do telefonema. A hora do telefonema não obrigava a que fosse atendido. Mas foi e, percebi de imediato, não foi por acaso.
A título de um assunto que nada tinha a ver com o rumo que a conversa levou, ouvi palavras dirigidas ao cerne do meu sentir. Aquelas que precisava mesmo de ouvir. Tao bom.

Notre-Dame

De tempos a tempos, há algo que se desmorona. Nos monumentos, na natureza, na vida.
Nada, nem ninguém, é igual ao que era no momento da criação. Tudo está, sempre, em constante renovação. Assim o comprova a história centenária da catedral de Notre-Dame que já sofreu tantas transformações e teve tantos usos.
Este infeliz incidente é mais uma prova, de fogo literalmente, da perenidade da história e memórias que a humanidade quiser salvaguardar. Estou triste, claro, mas confiante que em breve (mais década menos década) teremos Notre-Dame renascida e pronta a enfrentar mais uns séculos. Assim é a vida. Um constante devir.

Guerra dos tronos

Ao navegar no Facebook por estes dias sinto-me verdadeiramente á margem da sociedade. Nunca vi um episódio da Guerra dos tronos. Na verdade, nem faço tenção de ver. Será que isso faz de mim uma pessoa estranha ou só  fora de moda?

Efeito placebo do chá vs bexiga

Estou tremendamente curiosa para saber como é que o efeito placebo do chá para noites repousantes se dá com a bexiga.
Cá para mim o efeito pretendido com a ingestão do cházinho sente-se algumas noites após se ter ficado sem dormir por causa das corridas para o WC.
Será?

O chamado oásis

Imagem
Hoje senti-me chegada a um oásis, após a travessia de um caminho rochoso.
Obrigada Filomena pelo (des)caminho.

2 lanches, 1 lancheira

Uma vergonha. Qual a mãe que manda dois lanches numa lancheira e só dá o recado a uma das crias, levando a que a outra vá pedir comida a uma funcionária da escola?
Eu, pois claro. Ainda que tenha uma boa justificação para o sucedido e exista uma gritante falta de comunicação interna crias, não sei se terei perdão.

Não quero ouvir nem mais uma palavra vossa!

Mais uma doce manhã, em que as patroas se esgadanham aos gritos até que as alerto - "Não quero ouvir nem mais uma palavra vossa!".
A pequena, ladina e travessa, entendeu pedir esclarecimentos. "Só não podemos discutir, não é?!".
"Obviamente, filha!".
E blá, blá, blá!