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Slime - como vamos de receitas por esses lados?

Pode demorar um pouquinho, mas não há moda que passe ao lado cá de casa  (benza-as Deus).
E eis que chegou o slime. As patroas andam empenhadas em encontrar uma receita caseira daquela nhenha e eu só rezo para que não resolvam experimentar fazer aquilo em casa.
Se alguém tiver receitas para partilhar, as patroas agradecem (eu, nem tanto).

Vamos lá apagar os livrinhos

Não sei quem teve a ideia, mas isto de se emprestarem os manuais escolares nos quais os meninos fazem exercícios que incluem pintura com lápis de cor e autocolantes, e ter a pretensão que os mesmos sejam devolvidos devidamente apagados, é surreal.
A malta apaga, claro, mas quero ver em que estado é que os livros vão ficar (por melhores que estejam as capas). Enfim ...

Métricas imensuráveis

Há dores e amores que, de tão grandes, se tornam aos olhos invisíveis
Métricas imensuráveis, de improváveis risíveis
Só percebidos pelo coração vivente que os sente
Longe que ficam daqueles que (in)conscientemente os classificam

Digam-me que não sou a única

Ontem recebi um telefonema do gabinete vizinho. Dizia-me a colega "Neves, nós gostamos muito da Mariza, mas podes mudar de música? É que estás há uma semana a ouvir a mesma coisa !".
Depois de me rebolar a rir, perguntei se tinham alguma preferência musical, ficando a saber que os colegas só querem mesmo que mude.
Não fazia ideia que a música fosse ouvida noutro gabinete, obviamente. Aliás, eu própria deixo de a ouvir por vezes. Coloco-a baixinho e gosto de a ter como companhia, mas é verdade que sempre tive esta mania de ouvir as mesmas músicas, em loop, durante algum tempo quando me dizem algo.
Serei só eu?
Vou tentar respeitar o desejo dos colegas, claro. Torçam é para que não me vire para trash metal (sou algo eclética em termos musicais).

Sobre as crianças de hoje em dia, o sedentarismo e a electrónica

Pode ser ingenuidade minha, mas não me parece que o sedentarismo e a obsessão pela informática sejam factores aos quais as crianças de hoje em dia estejam condenadas à nascença. Se calhar o que falta aos adultos é criar espaços /momentos nos quais os cachopos se possam mexer, sujar se preciso for, e brincar "como dantes".  E tenho dois exemplos bem recentes e reveladores desta teoria. Um deles, já aqui falado, na feira quinhentista aí da terra. Outro no dia da comunidade, organizado pela paróquia em que papás e pintainhos se divertiram a valer, com um simples piquenique acompanhado de música. Ouviu-se o Kevinho ( para espanto de alguns) mas também se dançou rancho. Tablets nem vê -los. Parece-me que o futuro da humanidade não estará assim tão mal.

Direito ao esquecimento

Há dias em que sinto uma particular necessidade de exercer o direito ao esquecimento, vulgo "deslarguem-me".

Fonte de vida

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Por estes dias andei no baú e descobri esta foto, que me diz muito. Nela vejo felicidade em tempos turbulentos. A pele e cabelos baços, as sobrancelhas ralas, a saliência do cateter subcutâneo por onde escorriam os químicos que haviam de ajudar a curar-me, tudo marcas de uma  fase em que o Amor foi verdadeira fonte de vida. Aquela menina  de olho vivo, por quem lutei tanto, a verdadeira prova que o melhor de nós está sempre para vir. Bom domigo a todos