terça-feira, 31 de maio de 2016

Prendas no Dia da Criança. Sim ou não?

Celebra-se amanhã o Dia da Criança e assola-me a dúvida sobre se deverei, ou não, oferecer algo às cá de casa.


Há dias disse-me a uma colega que não sabia se o faria, já que as cachopas são inundadas de presentes quase diariamente e a reacção foi de grande espanto. Ao que parece está instituído que o Dia da Criança dá direito a prenda (o que não será de estranhar, se fizermos a analogia com os Dias do Pai e da Mãe).


Questão de comércio? Talvez. Ainda não sei o que farei, apesar de algo me dizer que irei acabar por ir a correr comprar algum miminho. Provavelmente um livro (que encaro como um verdadeiro investimento e serve para nos juntar as 3 ao final do dia, para o nosso momento de relaxe).


E vocês, que lêem este post, que dizem?

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Sobre cibersegurança mas aplicável a tudo o resto na vida


Hoje ouvi uma das frases mais assertivas de que tenho memória - "Só os amadores atacam as máquinas. Os profissionais atacam as pessoas" (que as usam, comentário meu).


O autor é Bruce Schneier. Seja lá quem for, teve um momento de inspiração.

E o prémio a pior adepta do mundo vai para ...

.... Susana Neves, a palerma que abandonou o jogo (de subida de divisão, note-se) ao início da 2.ª parte só porque chovia torrencialmente e a bancada era descoberta.


Fraquinha...

domingo, 29 de maio de 2016

Hoje todos os caminhos vão dar a S. Vicente de Pereira Jusã

E o meu Beira- Mar prossegue o seu caminho rumo à 1.ª ... distrital (mero pormenor).


Hoje todos os caminhos vão dar a S. Vicente de Pereira Jusã. E eu vou lá estar. Beiraaaaaaaaaaaaa!


A título de cultura geral, uma pequna informação retirada do site do clube:


"Ao fim de 31 jornadas, a equipa sénior de futebol ocupa o 1º lugar da classificação geral - série B (foto), o único posto que dá acesso direto à 1ª Divisão Distrital e direito a disputar a liguilha de apuramento do Campeão da 2ª Divisão Distrital com os vencedores das séries A e C"
.

Eu, em Serralves. Ah,Ah,Ah

A minha falta de sensibilidade para a arte contemporânea é qualquer coisa indescritível.


Sempre que ia a Serralves (já não acontece há muito) questionava-se se teria algum problema pois via pessoas a mirar objectos que, por muito que quisesse, não conseguia classificar como arte. Aliás, imaginava sempre alguém (o dito artista) do outro lado da parede a rir-se perdidamente dos visitantes e da sua inocência (tipo apanhados).


Quando li a notícia sobre os 2 adolescentes que, no Museu de Arte Moderna em São Francisco, resolveram fazer uma partida e colocaram uns óculos no chão só para testar as reacções quase me rebolei no chão a rir. É que as reacções são o máximo.


A arte é mesmo um conceito subjectivo, pelos vistos, mas eu não serei tão bruta quanto me julguei durante estes anos todos.

sábado, 28 de maio de 2016

Avaliações

O final do ano lectivo está à porta e, com ele, as últimas avaliações.

Independentemente dos resultados destes testes, não podia estar mais orgulhosa da minha mais velha que, no meio da traquinice própria dos 7 aninhos, se tem revelado uma menina muito responsável em tudo o que diz respeito à escola.

A Leonor gosta de estudar e fá-lo por iniciativa própria (mesmo depois dos deveres concluídos) mas já acusa o stresse das avaliações o que não deixa de me preocupar. Sendo tão pequenina não era suposto ser tão exigente consigo própria.
Lá teremos de gerir esta característica com pinças.




quinta-feira, 26 de maio de 2016

A Costa o que é de Costa

Sendo eu uma defensora da justiça, tenho de a fazer a quem merece. E, no final de um feriado que me soube pela vida, nada mais justo que agradecer o dia ao nosso PM.
Um destes por semana e tinha amiga para a vida.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Haja auto-estima!

Há 7 anos deixei de ser a Susana Alice para passar a ser a mãe da Leonor!
Há 5, passei a ser a mãe da Leonor e da Benedita!
Desde há 1 ano para cá sou, na nossa rua, a dona do Boris! ("Aquele gatinho lindo que vejo à janela", conforme ouço todos os dias, de variados vizinhos).

terça-feira, 24 de maio de 2016

Como explicar às crianças que a mãe teve cancro?

Deparei-me ESTE interessante artigo sobre a melhor forma de contar às crianças que se tem cancro e foi impossível não me questionar como o fazer estando a situação ultrapassada.
À partida parece uma questão sem importância mas a verdade é  que deparo com ela  diariamente.
Por uma questão comportamental (se calhar mais minha que da Leonor ) fui aconselhada pela pediatra a contar-lhe as circunstâncias em que vivi a gravidez e o pós  parto,  e as dúvidas sobre a abordagem são muitas. Como e o que contar? Felizmente tenho a sorte de ter um super marido que me tem vindo a simplificar o processo e tudo tem acontecido de forma suave e natural.

Escola pública/privada



Tenho uma teoria, nem sempre bem recebida quando a ponho e prática, sobre o facto de quando nos rimos de alguma coisa não estamos, necessariamente, a menosprezar a sua importância.

Daí a partilha desta, deliciosa, capa da Anita (uma das minhas colecções predilectas).

Falo, obviamente, da discussão da moda. Deve, ou não, o Estado financiar a escola pública? E ao argumento mais falacioso e pobre que tenho visto na facção pró - financiamento. O célebre "direito de escolha".

Os meus pais escolheram que metade do meu percurso académico (mais coisa menos coisa) fosse efectuado no privado e a outra no público.

Primeiro, (na pré e ensino básico), porque a rede de ensino público não assegurava a minha guarda para além do período lectivo, na cidade onde vivíamos não tínhamos estrutura familiar e ... nenhum dos meus pais podia deixar de trabalhar para ficar comigo.

Depois, no ensino superior, porque a alternativa era ir para Coimbra o que implicaria sair de casa com todos os encargos daí advenientes pelo que, como tal, analisados os custos/benefícios, a opção recaiu na Católica. Vá lá, aqui pesou também o facto de nos termos informado e nos terem garantido que a qualidade de ensino seria equivalente.
Conheco, portanto, as duas realidades e infraestruturas à  parte estou convicta que a qualidade está nos profissionais de uma e outra, ou seja o mérito está em quem faz a sele . 

O que me chateia nesta discussão é que, como sempre, não vejo manifestações no sentido de defender a elevação da qualidade do ensino publico, nivelando-a assim por cima relativamente ao ensino privado (ainda que a qualidade do ensino privado não seja garantida à partida). 

E era essa qualidade, juntamente com a criação de condições físicas, que gostava de ver ser alvo do debate. Assim de repente defendiam-se dois direitos. O de escolha (que não vejo como esteja em causa) e o de quem não tem possibilidade de o exercer.


Outra coisa que não vejo discutida é o direito de opção ao nível da saúde. Não devíamos colocar a questão no mesmo plano? Não será a saúde um direito tão básico e essencial quanto a educação?







segunda-feira, 23 de maio de 2016

PROJETO COSTURAS - RECOLHA DE BRINQUEDOS ELETRÓNICOS PARA ADAPTAÇÃO A CRIANÇAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA

Recebi este apelo, vindo de um amigo, e não podia deixar de vos lançar o desafio.


Brinquedos eletrónicos simples precisam-se!

A Oficina do Brinquedo Adaptado, promovida pelo Projeto Costuras e a cargo de alunos da Escola Profissional de Aveiro, tem em curso uma campanha de recolha de brinquedos eletrónicos simples com vista à sua adaptação a crianças portadoras de deficiência.

O objectivo é pegar em brinquedos eletrónicos que o CATEC da Escola Profissional de Aveiro modificará, de modo a que tenham apenas um botão permitindo que as crianças especiais possam brincar.

A falta de brinquedos adequados leva a que estas crianças brinquem pouco ou não brinquem, seja em casa, seja em contexto educativo, o que compromete o seu desenvolvimento pessoal, pois é brincando que as crianças percebem o seu potencial de ação no mundo.

Os poucos brinquedos adaptados que existem são caros e muitas vezes obsoletos. Tal sucede, por exemplo, a crianças com paralisia cerebral ou doenças neurológicas várias, limitações visuais, auditivas ou motoras e multideficiência.

Os brinquedos que a Oficina do Brinquedo procura para transformação podem ser novos ou usados.

Para que possam ser convertidos para esta finalidade, devem ser doados brinquedos eletrónicos com as seguintes características:

– acionamento eletrónico simples
– sem telecomando
– duas tarefas no máximo

As entregas podem realizar-se na Escola Profissional de Aveiro, nas unidade de Sever do Vouga (no Edifício VougaPark) e de Aveiro (Barrocas).

Podem também enviar-me mensagem privada que eu encarregar-me-ei de efetuar a entrega.

A quem poder ajudar, desde já deixo um grande agradecimento.

domingo, 22 de maio de 2016

Com o devido respeito pela família portista

"O Rui Moreira criticou o Rui Rio por não receber o FCP na Câmara Municipal e há 3 anos que faz o mesmo". RAP Peço desculpa mas têm de admitir que teve piada.

sábado, 21 de maio de 2016

Voltei e fui feliz

Talvez o Rui Veloso tenha razão relativamente às "Regras da Sensatez" e eu tenha hoje experimentado somente a excepção ao voltar àquele sítio onde fui feliz, tendo-o sido outra vez. Tarde de grande emoção, e um grande nó na garganta, no Mário Duarte. A divisão em que estamos nada interessa no meio de tanta gente, conhecida, a vibrar como há 20 anos. Cereja no topo do bolo, a vitória do meu Beira-Mar. Por momentos fui outra vez jovenzinha.

Simplesmente Alice



Após um mini-referendo, está escolhido o nome da minha nova Amiga. Será Alice. Simplesmente, Alice como a dona.

Agora só falta comprar o cestinho, o ramo de flores de plástico e aprendar a andar de bicicleta (pequeno pormenor) para que passemos belos momentos juntas, cidade fora.


sexta-feira, 20 de maio de 2016

Pelo menos houve alguns que não partiram

Primeiro o estrondo. Depois a corrida escada aabaixo para me deparar com uma prateleira caída e metade da minha colecção de presépios espalhada pelo chão.
Nos entretantos o sábio comentário da minha patroa mais velha, que me suavizou a dor, "pelo menos houve alguns que não partiram". E a lembrança de que "o avô Augusto é muito bom a colar coisas".

PS
A culpa foi da força da gravidade (a acreditar nas juras das patroas que garantem não ter mexido em nada, só não conseguindo explicar como é que a porta do armário apareceu aberta).

"Louco como uma cabra"

Lá diz o provérbio "traduttori traditori", ou seja "tradutor traidor". Creio que, na origem, a expressão tenha um sentido verdadeiramente pejorativo para os tradutores, acusando-os de distorcerem o verdadeiro espírito dos "interpretados".

Não os vejo assim. Sei é que a tradução é uma verdadeira arte já que as expressões idiomáticas são recorrentes e a literalidade um risco. Sei também que detesto tradutores automáticos e dá uma trabalheira danada corrigir textos que tenham passado por eles.

Mas vem este post a propósito do sentimento expresso pelo Presidente da Venezuela, que se diz "louco como uma cabra".

Admitindo que estejamos perante uma tradução literal mal conseguida, gostava imenso que alguém (eventualmente algum luso-venezuelano) me dissesse o verdadeiro sentido da expressão ou então que descreva a loucura das cabras na Venezuela para que eu perceba o que vai no coração do homem.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Dia do Advogado



Hoje é dia de Santo Ivo, padroeiro dos advogados aquela profissão que abracei e ainda não consegui explicar às minhas filhas.


Ser advogada já me trouxe me trouxe olhares de desconfiança, constrangimentos, muita graxa (há quem adore doutores), desilusões mas também muitas alegrias pelo sentimento de dever cumprido.


Como em qualquer classe, há os bons e maus profissionais. Tenho pena quando percebo que a imagem dos maus se sobrepõe à dos bons, mas é a lei da vida (já perdi a conta às piadas de mais ou menos bom gosto que ouvi). A malta gosta é de sangue e desgraças.


Tenho também muita pena que muitas pessoas não consigam perceber que a principal função de um advogado não é "defender criminosos" mas prevenir conflitos através do aconselhamento.


O estereótipo criado na sociedade está longe de corresponder à realidade. Sou advogada, com muito orgulho. Esforço-me por cumprir bem o meu papel e é tudo o que se me oferece dizer.


"Quem foi Santo Ivo?
 
Dia 19 de Maio é dia de festa para os advogados. É o dia de Santo Ivo, o padroeiro dos advogados. Ives Hélory foi Juiz, foi padre, e foi advogado. Nas inúmeras obras, sobre Santo Ivo, é notório que estamos perante um homem que fez da prática da solidariedade, o papel mais relevante da sua vida.

Ives Hélori nasceu a 17 de Outubro de 1253, em Kémartin, casa de campo situada a certa distância de Tréguier, na península da Bretanha. Filho de uma família da pequena nobreza rural, foi enviado para Paris, para realizar os seus estudos na Sorbonne onde, entre outros, teve como professores S. Tomás de Aquino e Alberto Magno. Aí mereceu o título de Mestre em artes que o autorizaram a ensinar.

Posteriormente foi para a universidade de Orléans, onde realizou os estudos de direito canónico e civil. É nessa época que nasce a sua fama de homem piedoso e compassivo, que informava gratuitamente os pobres e os mais desfavorecidos, as viúvas, órfãos, suportando do seu próprio bolso as causas daqueles.

Apesar de Juiz e nobre suficientemente abastado, Ivo Hélory levou uma vida de verdadeiro asceta, dormindo no chão, frequentemente fazendo jejum e abstinência.

O exercício da magistratura não impediu Ivo de ser ordenado sacerdote em Tréguier. Aliás, além de se ordenar presbítero aos 32 anos de idade, a tais tarefas acrescentou pouco depois a defesa dos pobres nos tribunais, começando aí a sua fama de “advogado dos pobres”. Renunciou a diversos cargos oficiais, assumindo apenas a paróquia de Louannez e a defesa, como advogado e nos Tribunais, dos pobres e inválidos.

Dono de uma humildade não simulada e de um juízo pouco lisonjeiro que fazia de si próprio, resultava naturalmente o pouco cuidado que tinha para consigo mesmo. Suas visitas paroquiais eram sempre realizadas a pé. Ao deixar Rennes, por motivo de remoção, o arcebispo em reconhecimento pelos seus bons serviços, presenteou-o com um cavalo para a viagem, mas Ivo vendeu-o logo a seguir, distribuindo o dinheiro da venda pelos pobres, e rumou a pé para a nova paróquia.

O que, porém, o tornou mais acatado foi a integridade invulnerável com que exerceu durante longo tempo a árdua função de provisor do bispado, tanto em Rénnes como em Tréguier.

De Juiz, não raro, se transformava em advogado das partes, quando estas eram viúvas ou órfãos, ou pobres que antagonistas poderosos queriam prejudicar ou espoliar. Como patrono deles, ainda lhes fornecia o dinheiro necessário ao pagamento das custas dos processos que eram obrigados a pagar para a recuperação dos seus direitos e bens.

Faleceu cedo, com 50 anos de idade, em 1303, dando origem a uma extensa devoção popular face à vida exemplar que levou.

Foi canonizado, mediante bula papal de Clemente VI, em Avignon, a 19 de Maio de 1347.

O povo não quis deixá-lo incógnito. Na sua pedra tumular mandaram escrever: “Santo Ivo era bretão; era advogado mas não ladrão; coisa admirável para o povo”. Estas palavras no seu túmulo demonstram, para muitos historiadores, que já em vida o povo o venerava. Quer pela sua capacidade de conciliação, quer pela sua justeza e equidade nas decisões; quer pela sua disponibilidade permanente para a orientação jurídica gratuita e segura daqueles que não tinham dinheiro para a obter de outro modo.

Mas se a sua veneração cresceu em primeiro lugar no seio do povo bretão, ela estendeu-se rapidamente aos advogados franceses e não demorou a espalhar-se entre os juristas da Europa e do Mundo.

Depois de canonizado, tornou-se por geral consenso o patrono dos Advogados.

Em Maio de 2003, o Papa João Paulo II, proferiu uma mensagem no VII centenário do nascimento de Santo Ivo. Dessa extensa mensagem, podemos retirar que os valores propostos por Santo Ivo conservam uma actualidade surpreendente: a Europa dos direitos humanos deve fazer com que os elementos objectivos do direito natural permaneçam no fundamento das leis positivas.

Santo Ivo recorda-nos que o direito foi concebido para o bem das pessoas e dos povos em geral, e que a sua função essencial consiste em salvaguardar a dignidade inalienável do indivíduo em cada uma das fases da sua existência, desde a concepção até à morte.

A vida e obra de Santo Ivo são um bom exemplo e, sem dúvida, um modelo a seguir para todos os que procuram honrar a nobre profissão de advogado".


Fonte: site da OA

terça-feira, 17 de maio de 2016

Amor sim, mas sinceridade acima de tudo

-Sabes Tita, se tivesse de te desenhar fazia um sol porque és a luz da minha vida.
-E se eu tivesse de te desenhar fazia uma flor e um coração e ...
- E o quê?
- E ... um balde de água quente, para ver se acordavas e deixavas de ressonar.


Expliquem-me, tendo em conta as minhas limitações

Gostaria de perceber o conceito de comércio local que encerra das 12h30 às 14h. A isto chama-se empurrar para o shopping?

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Onde está a mochila?

A manhã começou animada. Quando estava a tirar as patroas do carro, para as levar à  escola, descobri que faltavam a mochila da Leonor que só me dizia que as tinha pousado ao lado... do carro. Resultado, tinham ficado no meio da nossa rua, onde tive de voltar a correr.
Felizmente uma alma caridosa havia pegado nelas e, com carinho, arrumadocjinto à porta do prédio mais proximo.
Escusado será dizer que cheguei ao trabalho a escorrer água e com mais uma história para contar. Haja coração

domingo, 15 de maio de 2016

7 anos - momentos

Todos me dizem que, num ápice, as patroas hão-de deixar de querer comemorar os aniversários connosco.


Lá no fundo temos esperança que não seja bem assim mas, à cautela, vamos aproveitando cada bocadinho.


A Leonor fez 7 anos (7!!!) e ainda me parece mentira.


Mais uma vez aventurei-me a fazer o bolo da escola, arriscando um esgotamento nervoso dada a pressão (a patroa só me dizia que queria que ficasse bem, para a professora elogiar como tem elogiado o bolo dos outros meninos).


Como o jeito é pouco (e a paciência ainda menor) optei por algo básico, mas cujo efeito visual é engraçado, e penso que não desiludi a cachopa.


À noite, o bolo foi improvisado pela madrinha, com a sua criatividade infinita, e a afilhada ficou completamente apaixonada (há gestos que valem ouro).

As comemorações encerraram com uma festa com amigos, pequenos e graúdos cujo tema foi da maior originalidade.

Tcharam...



(caseirinho, lindo e delicioso - obrigada Nice e Odracir)



(muito jeitosinho o papá)


(despojos de um dia feliz)









E salta Feirense e salta Feirense, olé, olé

E o distrito de Aveiro ganhou um segundo representante na 1.ª Liga. Santa Maria da Feira, cidade pela qual tenho particular estima ou não fosse o berço das minhas patroas, está de parabéns.


E de parabéns estão, também, Tondela e Chaves.


É muito bom ter o interior nestes palcos maiores.


E, já agora, ter quem ajude a limpar o pó do estádio Municipal de Aveiro (obrigada Tondela).

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Procissão (para o ano explico melhor)

A mamã vai à procissão.
O que é  isso?
É uma homenagem ...
E o que é uma homenagem?
É uma festa de agradecimento à padroeira da cidade.
E o que é a padroeira?


terça-feira, 10 de maio de 2016

Hoje a "je" está de parabéns.

Tal como a madeixa de cabelos brancos que me vai povoando o toutiço denuncia, o tempo vai passando alegremente e são já 39 anos os que conto.

E se gosto de os contar. Lutei tanto por isso, que não podia ser de outra forma.

Viva a vida.

Tchim tchim

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Amor ou falta de confiança ?

O avô quer oferecer-me uma bicleta mas há quem se oponha frontalmente à ideia, con medo que a mamã se magoe.
Resta saber se devo interpretar o temor como Amor ou falta de capacidade na minha capacidade de equilíbrio.

sábado, 7 de maio de 2016

Enquantos uns riem, outros choram

E a vida tem destas coisas. Enquanto em Arouca se riem com o feito de chegar à Liga Europa, em Coimbra os academistas choram com a descida de divisão.

Enquanto aveirense, não podia estar mais contente. Sendo o meu Beira carta fora do baralho (por uns bons tempos) nestas lides, valha-nos o Arouca para pôr o distrito no mapa futebolístico.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Febre .......yes!

- Mãe, tenho febre? Diz-me, tenho febre?


- Tens, filha.


- Yes ... dá-me desse xarope cor-de-laranja que eu gosto.


("Always look on the bright side of life", especialmente se for agradável às papilas gustativas)

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Sobre a imaginação

Como contei AQUI, fui ver a encenação da Dama das Camélias e fiquei com vontade de ler o livro.


Há dias aproveitei uma visita à biblioteca municipal, por ocasião do dia mundial do livro, e requisitei a obra.


A arte é por natureza subjectiva, dependendo (também do lado de quem a aprecia) dos olhos de quem a vê. Daí que, para mim, seja fascinante ver a mesma história apresentada de forma diferente (teatro e literatura).


Há situações em que se apanham grandes desilusões, pela imagem que se cria através de uma das formas de arte e que a outra não acompanha, mas não deixa de ser um exercício interessante até porque proporciona algum auto-conhecimento.


No caso da Dama das Camélias deu para confirmar que a minha memória visual é francamente prevalecente sobre outras formas de memória.


Para mim a Margarida há-de ser sempre loira, como a Sofia Alves, ainda que o Alexandre Dumas Filho insista em dizer que tem o cabelo negro, cor de azeviche.

É que não acerto uma ...

- Mãe, voltámos ao mesmo!!! A tia Dulce não põe a Nutella no frigorífico e tu voltaste a fazê-lo!!!!

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Subsídio para compra de prendas de aniversário (o incentivo à natalidade que falta)

Com longas temporadas em que temos à razão de duas festas de aniversário por fim de semana, estou em crer que há quem adie o projecto de maternidade pela falta de algo tão básico quanto um subsídio para compra de prendas.


Ora porque são duas a ir à festa, ora porque o aniversariante tem um irmão, ora porque são duas a ir à festa e o aniversariante tem um irmão (é verdade, contrariamente ao que sempre defendi, oferecemos sempre uma lembrança ao irmão), é preciso uma renda para tanta folia.


Note-se, e gostaria de frisar, que aceitamos todos os convites de muito bom grado e nunca por frete. 


É sempre uma alegria ver a garotada a brincar, enquanto os papás aproveitam para confraternizar.


Festejar a vida e os afectos nunca é demais.


Mas lá que o subsídio dava jeito, lá isso dava.



domingo, 1 de maio de 2016

Por todas as mães que sofrem

Tive um excelente fim de semana, entre a emoção de ver um afilhado de baptismo receber o Crisma e a alegria de viver o Dia da Mãe com as minhas filhas, mãe e avó.


Mas, apesar disso, sinto o coração apertadinho.


As minhas intenções e pensamentos estão com todas as mães que sofrem. Em especial aquelas que, fazendo das tripas coração, tudo fizeram para ultrapassar as adversidades da vida e dar o melhor que podiam aos seu filhos e depois de muita luta os vêem a passar por dores difíceis de suportar e entender.


A essas mães dedico este dia e as minhas orações.