Sobre a imaginação
Como contei AQUI, fui ver a encenação da Dama das Camélias e fiquei com vontade de ler o livro.
Há dias aproveitei uma visita à biblioteca municipal, por ocasião do dia mundial do livro, e requisitei a obra.
A arte é por natureza subjectiva, dependendo (também do lado de quem a aprecia) dos olhos de quem a vê. Daí que, para mim, seja fascinante ver a mesma história apresentada de forma diferente (teatro e literatura).
Há situações em que se apanham grandes desilusões, pela imagem que se cria através de uma das formas de arte e que a outra não acompanha, mas não deixa de ser um exercício interessante até porque proporciona algum auto-conhecimento.
No caso da Dama das Camélias deu para confirmar que a minha memória visual é francamente prevalecente sobre outras formas de memória.
Para mim a Margarida há-de ser sempre loira, como a Sofia Alves, ainda que o Alexandre Dumas Filho insista em dizer que tem o cabelo negro, cor de azeviche.
Há dias aproveitei uma visita à biblioteca municipal, por ocasião do dia mundial do livro, e requisitei a obra.
A arte é por natureza subjectiva, dependendo (também do lado de quem a aprecia) dos olhos de quem a vê. Daí que, para mim, seja fascinante ver a mesma história apresentada de forma diferente (teatro e literatura).
Há situações em que se apanham grandes desilusões, pela imagem que se cria através de uma das formas de arte e que a outra não acompanha, mas não deixa de ser um exercício interessante até porque proporciona algum auto-conhecimento.
No caso da Dama das Camélias deu para confirmar que a minha memória visual é francamente prevalecente sobre outras formas de memória.
Para mim a Margarida há-de ser sempre loira, como a Sofia Alves, ainda que o Alexandre Dumas Filho insista em dizer que tem o cabelo negro, cor de azeviche.
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