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A mostrar mensagens de Janeiro, 2019

Bela Helena

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Saudade? Pior seria não a sentir!

A saudade, por mais que doa, só pode ser coisa boa. Vontade de repetir toques, palavras trocadas e revisitar lugares só tem quem viveu a felicidade de sentir preenchido o coração e não deixa que ele se esvazie pela distância física. Dói muito, a saudade, mas seria ainda mais doloroso nunca ter tido motivos para vir a sentir-la .

Como é que alguém se livra do seu primeiro código civil?

Ando há dias a rondar as estantes cá de casa, na esperança que a Marie Kondo encarne em mim. Preciso,desesperadamente, de destralhar. A questão é como é que alguém se consegue desligar do seu primeiro código civil? E por aí fora ...

New aunt on the block

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Sou tia. E agora? Não me tinham explicado que iria mergulhar num turbilhão de sentimentos, ainda mais difícil de gerir quando milhares de KMS nos separam. Veremos se estarei pronta para tamanha responsabilidade. Agora vou até ali estudar um bocadinho de sueco, para ver se  a gente se entende para além da linguagem do amor.
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Românticas, as miúdas!

Hoje vou jantar com o pai!
- Pediste para colocarem velas na mesa, perguntou a pequena?
- Contrataste o violinista, perguntou a maior?
Umas românticas, estas miúdas!

Vieste estragar tudo!

Uns recebem sorrisos e beijinhos de bom dia, outros são recebidos com um, pouco simpático e amigável "vieste estragar tudo!", só por tentar acordar uma criança para que vá à escola e se torne letrada.

Já vai das sortes!

Alturas em que o gato é meu

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O gato é meu na altura de limpar pelos e porcarias. Todas aquelas que consigam imaginar.
Nos demais momentos, sonecas e festinhas, foi prenda de anos da cria mais velha, como gosta de lembrar quando convém.
Não sei porque me admiro. Deve fazer parte do contrato maternal.

A malta queixa-se, mas depois até tem saudades destes tempos

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E Estocolmo nunca mais foi igual, depois da passagem destes dois furacões.

A verdade nua e crua

Estávamos à mesa, quando a pequena se virou para a irmã e disse, a propósito não sei de quê," nessa altura ainda não eras nascida. Estavas lá dentro com o cancro!".
Ao ouvir aquelas palavras, repreendia-a porque "aquilo não se dizia".
Refeita do choque, senti-me parva. A minha benjamin limitou-se a referir a verdade nua e crua. Aquela que fizemos questão de não esconder, porque estará sempre gravada em nós, e da qual tanto nos orgulhamos.
Não sei o porquê do meu choque, sinceramente.

E para terminar a época natalícia, uma só palavra - obrigada

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É tipo, bué estranho

Já era crescidinha quando introduziram a palavra bué no dicionário português. Lembro-me de ver o meu avô com os cabelos em pé, irritado com aquilo que achava ser uma atrocidade.
Os anos passaram e até os cotas da minha idade a usam correntemente. Eu, continuo a achar que é tipo, bué estranho.
Onde é que já vi tamanha resistência?

Não é varrendo o lixo para debaixo do tapete que ele desaparece

Tenho um particular apreço pelo André Lamas Leite, meu Amigo e colega de escola, cuja sensatez e objectividade conheço há muitos anos.

Daí que não resista a partilhar ESTA CRÓNICA sobre a participação do Mário Machado num programa da TVI, que subscrevo inteiramente e da qual ressalvo aquela que me parece uma das conclusões que mais devemos ter em mente - Não é varrendo o lixo para debaixo do tapete que ele desaparece!

Parabéns André.

Relaxar depois do primeiro dia de aulas ( ou os gadgets não fazem acabar o mundo)

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Será a estúpida uma nova espécie do reino animal?

Não é preciso encostar-me atrás da porta para ouvir a maioria dos diálogos entre as minhas crias. Sim, confesso que já o fiz quanto mais não seja para confirmar se é só da minha cabeça o achar que estou no jardim zoológico


Entre os epítetos mais frequentes que trocam entre si, o burro e a vaca são os mais comuns talvez suplantados pela estúpida que começo a pensar se será uma nova espécie do reino animal.

Educadas que dá gosto.

E se as minhas previsões estiverem correctas ...

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... esta foi a última saída da Alice em 2019.

As minhas previsões para 2019

Antevejo que 2019 seja um ano cheia de surpresas, boas e menos boas.

Igualzinho aos outros, portanto, que isto de encerrar o ano é coisa de contas e a vida é tudo menos matemática.

Assim sendo, resta-nos abrir os olhos e o coração para as surpresas boas e criar anti-corpos para as menos boas, na certeza de que ninguém é uma ilha de si próprio e que este caminho só faz sentido se trilhado com os nossos, amores, amigos e afins.

Boa caminhada para todos e, apesar das minhas lamechices, não deixem de acreditar que 2019 será um ano diferente naquilo que está ao alcance de cada um. Fazer por mudar o que queremos que mude é já meio caminho andado.

Feliz 2019.