terça-feira, 30 de junho de 2015

São rafeiras mesmo

As cachopas fazem sucesso, cá na rua.


Hoje passámos por uma senhora que me disse que tenho umas meninas muito bonitas e que sempre que as vê as compara com as princesas espanholas.


No final desejou-nos muita saúde. Fico sempre enternecida quando, alguém que não nos conhece, é carinhoso ao ponto de parar só para nos dedicar umas palavras e fazer votos de que sejamos felizes.


Claro que não consegui deixar de sorrir ao lembrar a comparação entre as minhas rafeiras e as princesas. Especialmente quando, assim que entrei em casa, a insurrecta da pequena me disse "és um animal que não sabe nada".


Fazer o quê? Berço, ou se tem ou se não tem.

E se queremos acompanhar os nossos filhos - Jajão

De repente, a Leonor chega a casa a cantar "me diz porquê, por Amor de Deus...", ao mesmo tempo que se bamboleia toda. E eu começo a perceber que, se quero acompanhá-la, tenho de me actualizar.


Abençoado youtube. Não sei como faziam os pais do antigamente, nomeadamente os meus.


Bora lá todos a dançar.










segunda-feira, 29 de junho de 2015

domingo, 28 de junho de 2015

Preciso de ...

... um creme ultra-hidratatante, de aplicação mensal, que tenha igualmente propriedades anticelulíticas, tonificante e reafirmantes.


Alguém me ajuda?

sábado, 27 de junho de 2015

Um nó no lençol


4.ª feira - reunião de pais da salinha da Tita
5.ª feira - reunião de pais da salinha da Leonor
6.ª feira - festa dos Santos Populares na escola de música
sábado - festinha de aniversário
próxima 6.ª feira - festa de finalistas na escolinha da Leonor / festa de final de ano na escolinha da Tita


Ontem falava com o papá sobre o facto de os pais serem (actualmente) muito solicitados a estar presentes em 1001 eventos e na dificuldade de gerir esta agenda social, articulando-a com os afazeres profissionais e domésticos.


Temos pontos de vista diferentes em relação a esta questão mas vamos arranjando formas de estar presentes nas vidas das miúdas.


Hoje deparei-me com este texto, que não resisto a partilhar.


As coisas da vida nem sempre são tão complicadas quanto as pintamos. Não há soluções ideais (em regra) mas há as melhores decisões, se as enquadramos no contexto em que vivemos.


Convido-vos a ler:


UM NÓ NO LENÇOL
Numa reunião de pais numa escola da periferia, a directora realçava o apoio que os pais devem dar aos filhos e pedia-lhes que estivessem present...es durante o maior período de tempo possível...
Considerava que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhassem fora, deviam encontrar tempo para se dedicarem e compreenderem os filhos.
A directora ficou muito surpreendida quando um pai se levantou e explicou, de forma humilde, que não tinha tempo de falar nem de ver o filho durante a semana pois, quando ele saía para trabalhar, o filho ainda estava a dormir e, quando voltava do trabalho, o garoto já não estava acordado.
Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para sustentar a família, mas que ficava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava redimir-se indo beijá-lo todas as noites quando chegava a casa.
E, para que o filho soubesse da sua presença, dava um nó na ponta do lençol que o cobria.
Fazia isto religiosamente todas as noites quando o beijava.
Quando o filho acordava e via o nó, sabia assim que o pai tinha lá estado e o tinha beijado.
O nó era o meio de comunicação entre eles.
A directora emocionou-se com a história e ficou surpreendida quando constatou que o filho deste pai era um dos melhores alunos da escola!
O facto faz-nos reflectir sobre as muitas maneiras de as pessoas estarem presentes e de se comunicarem com os outros.
Este pai encontrou a sua, simples mas eficiente.
E o mais importante é que o filho percebia, através do nó afectivo, o que o pai lhe queria dizer.
Gestos simples, como um beijo e um nó na ponta do lençol, valiam para aquele filho muito mais do que os presentes ou as desculpas vazias.
É por esta razão que um beijo cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, o medo do escuro.

As pessoas podem não entender o significado de muitas palavras, mas SABEM registar um gesto de amor.
Mesmo que esse gesto seja apenas um nó num lençol...
~Autor desconhecido~

Quando o nosso gato tem insónias

Quando o nosso gato tem insónias damos por nós no facebook desde as 06h00 da manhã.


NOTA: até o raio do gato sabe qual é o elo mais fraco cá em casa. Mas também não é de admirar. Tem boas mestras.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Vamos brincar à caridadezinha

Detesto que me façam de parva.

Projecção é uma coisa, solidariedade é outra.

Apoiar "causas nobres" como forma de aparecer aos olhos dos outros, e para isso apelar ao sentimento de quem se comove com problemas sociais como o cancro, a droga etc,etc,etc, é "caridadezinha barata" e essa mete-me nojo.



Solteiros na sua Região

 É conhecida a generosidade do facebook ao presentear-nos com "n" publicidade a bens e serviços dos quais (à partida e tendo em conta o nosso perfil de navegação) iremos precisar/gostar.


Por isso até percebo (e agradeço) a informação sobre hotéis na Costa Alentejana que passa a vida a aparecer no meu mural.


Agora aquela cena dos sites de "solteiros na sua Região", é que me está a intrigar.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

E agora, o verdadeiro dilema

A festa de finalista da Leonor vai realizar-se ao mesmo tempo que a festa de fim de ano da escola da Tita, sendo que ambas vão actuar e as duas festas terão um convívio final que envolve comes e bebes.


E agora? A qual das festas hei-de ir? Ou será melhor não ir a nenhuma, de forma a ser justa e tratar as duas meninas de igual forma.




É neste momento que necessito de um supra sumo da pedagogia infantil para me ajudar a tomar a decisão correcta. Vai que esta decisão as traumatiza?


Sugestões precisam-se.

Resposta a "Um pensamento"

Este POST de ontem, sobre o comportamento da Tita, deu origem a um comentário que não resisto a partilhar e comentar.




"As crianças são um reflexo do que se passa em casa e aprendem a "resolver conflitos sociais" com os pais e outros adultos "importantes" e não só na escola. Culpar o "feitio" é sinceramente uma forma muito desinformada de lidar com o assunto. Sugiro que a Susana se informe sobre o funcionamento e desenvolvimento das crianças. Ao culpar o "feitio" está a etiquetar a criança de uma forma injusta e não a fazer-lhe um favor (nem a ela, nem a si). Quando etiquetamos crianças como "problemáticas" elas tendem a ajustar-se às nossas expetativas e a tornarem-se justamente problemáticas. Sugiro que pense bem no que diz à frente da sua filha, especialmente no que diz respeito a comparações à irmã, e que aja de forma informada.

Tudo isto não exclui o facto de as crianças passarem por fases em que adotam comportamentos difíceis, fases estas que espelham necessidades não providas pelos pais e outros adultos "importantes", tais como tempo, atenção, afecto, estimulação, estrutura etc. Tal como os adultos, cada criança tem necessidades em medidas diferentes. A Susana já tentou descobrir as necessidades individuais das suas filhas e adaptar-se a elas? São os adultos que devem adaptar-se às crianças, não o contrário."


Não sei quem fez o comentário. Desconheço se as fontes de informação que tem (e sugere que eu procure) se baseiam na experiência (complementada com teoria) ou são meramente livrescas.


Em todo o caso, o teor do comentário deixou-me a pensar em várias coisas.


De forma a enquadrar o post em questão é importante dizer que eu não fui "chamada" à escolinha da Tita por questões disciplinares, fui a uma reunião de pais, na qual a educadora disse aos pais que os meninos (4/5 anos) andam, regra geral, na fase das asneiras (os meninos mais virados para os palavrões e as meninas para "insultos" como parva e gorda). NOTA: a escola não fica no Bronx e tem meninos de todas as classes sociais.


Não vi os relatórios dos coleguinhas da Tita mas imagino que nalguns deles conste uma frase exactamente igual à que está no relatório dela relativamente à "resolução de questões sociais". NOTA: ontem chegou a casa com um braço todo arranhado e não foi uma auto-mutilação.


A Tita tem uma personalidade forte, felizmente. Sabe bem o que quer e o que não que, coisa que me conforta bastante. E é bastante temperamental (aqui é feitio, sem dúvida).


Quando se zanga pode ir tudo pelos ares mas, em contrapartida, é de uma meiguice extrema. Não são raras as vezes em que vamos de mão dada pela rua e, sem mais nem menos, começa a beijar-me a mão e a dizer "és linda mamã" (claro que também já me chamou parva e gorda).


Posto isto, acredito que esta coisa de bater e insltar seja mesmo uma fase e que chegue o dia em que a rapariga consiga sentar-se à mesa para resolver questões sociais bem mais graves do que a partilha de brinquedos.




Indo agora ao comentário, gostaria de frisar que o facto de se brincar com as situações não é sinónimo de leveza na forma como as mesmas se enfrentam.


Em todo o caso, friso que esta situação (pelo menos de momento) não me preocupa de todo.


Relativamente àquelas que me preocupam, procuro informar-me (como sugere o/a comentador/a) junto das pessoas que lidam com as minhas filhas (professoras, auxiliares ...) e outras crianças da sua idade, da pediatra e pais de outras crianças. Também vou lendo umas coisas, embora fuja do tal saber livresco (o tal que etiqueta crianças e comportamentos).


Pela minha experiência  de vida (cá em casa e fora dela), as crianças não são só "reflexo do que se passaem casa" (posso garantir que a Tita nunca viu os pais ou avós às arranhadelas e puxões de cabelo, nem a chamar gordo a ninguém).


Concordo ser muito importante ter cuidado com o que se diz e com as comparações que se fazem com os irmãos. Tento evitá-lo mas (no dia a dia e especialmente fora de casa são coisas que não se controlam. As mais das vezes (quero crer) inconscientemente, as pessoas fazem comparações entre irmãos sem terem noção que podem estar a ferir os pequenos.




Mas temos de ter noção que há coisas que escapam ao nosso alcance e as crianças vivem inseridas numa sociedade pelo que estarão sempre sujeitas a comentários/atitudes desagradáveis com as quais terão de lidar. Faz parte da vida.


Concordo também com a imprescindibilidade de ter em conta a individualidade de cada criança e as necessidades de cada uma.


Com duas meninas, de idades tão próximas, os programas acabam por ser muito parecidos até porque (ainda) partilham os mesmos gostos mas vou tentando perceber as diferenças.


Uma coisa é certa, todos os dias questiono se estou a ser uma boa mãe. Não serei a melhor pessoa para o dizer. Posso só garantir que tudo o que faço é no sentido de o conseguir (nem que seja naqueles minutos em que procuro estar sózinha para espairecer).


Outra coisa que posso garantir é que, nesta coisa de educar seres humanos, não há regras matemáticas que nos valham.















quarta-feira, 24 de junho de 2015

Fase ou feitio?

Hoje foi dia de reunião no infantário da Tita e as informações foram algo como "ainda não resolve problemas sociais de forma aceitável" o que é um eufemismo para "recurso a violência física e verbal".


Por outro lado, a minha mais nova, mantém interacções positivas com as outras crianças, cria relações de amizade e até demonstra preocupação por outra criança que se encontre a chorar.


Consta até que "começa a obedecer a regras".


Segundo a educadora, não devo preocupar-me com a adaptação à pré pois "ninguém faz farinha com a Tita".

3 dias depois

O Verão chegou, no dia a que obriga o mandamento
E eu não o vi
Submergida em preconceitos mil
De que não o há sem sol
Só 3 dias depois o recebi no meu tempo

terça-feira, 23 de junho de 2015

Aos devotos do "S. João"

Meus caros


eu sei qe é difícil de acreditar, mas há zonas do país onde o dia 24 de Junho não é feriado = não há "S. João" para ninguém.


Uma dessas zonas é, precisamente, Aveiro (concelho onde resido e trabalho).


Posto isto, importam-se de parar de "meter nojo"?


PS


Claro que estou a brincar, o que não invalida a minha cor verde (de inveja).


Divirtam-se por mim, hoje à noite. E (como diria o meu paizinho) "juízo nessa cabeça"!

Sei lá se amanhã estou cá



A minha banda sonora por estes dias, nas curtas deslocações de carro, tem sido um CD dos Azeitonas.

Sou fã confessa do Miguel Araújo, que admiro pela voz, qualidade musical, simplicidade visual ...

Hoje, depois de a ter ouvido umas dez vezes nos últimos dias, detive-me na letra desta música.

Noutro momento qualquer não me teria dito nada por, aparentemente, leve e despreocupada.

O autor até a poderá ter escrito sem grande profundidade.

Mas hoje tocou-me. Há momentos assim.

Sei lá se amanhã estou cá. Há que dançar, mesmo nas noites frias.







segunda-feira, 22 de junho de 2015

Gulty pleasures da Tita

Mãe -  de que é que gostaste mais na praia, hoje?


Tita - ah ... foi da praia e ... do pão com chouriço.


Mãe - E tu, Leonor?


Leonor - Gostei de tudo. Só não gostei quando a Tita destruiu o meu castelo de areia.


Tita - Ah, mas eu gostei!


E é isto que dá prazer à minha mais nova. Comer pão com chouriço e chatear a irmã.

Arriscar viver

Não arriscar com medo de falhar equivale a suspender a decião de viver.
Ora, se esta não nos pertence, tudo se resume a morrer lentamente de inércia.
De que vale então o medo, quando o que se quer é viver?

domingo, 21 de junho de 2015

Ontem poupei imenso

Materialmente, tenho mais do que suficiente para ser feliz.


Claro que não me importava de ter mais e deixar de fazer contas mas não me queixo, de todo.


E fazer contas até tem o seu lado positivo.Não fosse isso e ontem tinha perdido a cabeça e comprado meia Lisboa. Graças às contas, poupei imenso.


E nada do que lá ficou, me fez falta hoje.


Quer dizer, não é bem assim. Aquelas Melissas com laçarote, tamanho 37, eram meninas para dar "bom andar" aos meus pézinhos.







Capazes

Descobrimos os mares
E a sua grandeza nos fez pequenos
Fomos mundo fora
Que cá dentro não cabíamos
De tão audazes
Nos tornámos temerosos
Esquecendo que fomos/somos
Capazes de descobrir os mares

sábado, 20 de junho de 2015

Partiu mais uma de nós

Todas nós (ela inclusive) sabíamos que este dia chegaria mais cedo ou mais tarde.


E todasdesejámos ardentemente um milagre, na esperança de a manter pertinho de nós.


Deus assim não o entendeu (por motivos que talvez um dia percebamos).


Queria escrever algo bonito, mas não consigo.


Estou demasiado triste, ainda que saiba que viverá sempre na nossa memória e nos nossos corações e um dia nos reencontraremos.


Até já TP, guarda contigo o pedacinho de nós que levaste. Um beijinho grande

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Nem tudo é o que parece

Quando, de manhãzinha, abri a janela da cozinha e senti um bafo quente, pensei estar no Alentejo e senti algo inexplicável, de tão bom.


A sensação passou, porém e com muita pena minha, em menos de um segundo quando caí na real e percebi onde estava e para onde vou.


Nesse momento, a vontade foi gritar começar a partir tudo.


Podem descansar, que não o fiz. Juro.


Os gritos que ouviram, a dizer "pára, pára" foram só as garotas a acordar mal-dispostas.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Coisas que, na hora certa, dão prazer

Pude comprovar hoje que estar uma tarde toda enfiada numa sala (onde a temperatura devia rondar os 40º), a falar sobre a ténue fronteira jurídica entre comissões e prémios de produtividade pode ser algo muito prazeiroso.


Tem é de ser na hora certa e de haver um gosto especial por estas coisas do direito do trabalho.


Estou espapaçada mas foi bom.

Riscos psicossociais

Andamos todos preocupados (e bem) em diminuir o número de acidentes de trabalho e esquecemo-nos dos riscos psicossociais que, segundo, a OMS, serão um dos grandes problemas que a sociedade enfrentará nos próximos anos.


A pressão é cada vez maior e as formas de a exercer ganham contornos de especial requinte (misturados com muito alheamento relativamente à realidade e ao respeito pelo outro).


Que isto deixe de preocupar-nos e seja antes impulso para reagirmos  dando o grito do Ipiranga.


Tolinhos por tolinhos, mas vale sê-lo em liberdade e sem comprimidos.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Crédito bonificado à habitação a pessoa com deficiência -IMPORTANTE DIVULGAR



A Lei n.º 64/2014, de 26 de agosto, aprovou o regime de concessão de crédito bonificado à habitação a pessoa com deficiência, estabelecendo o n.º 1 do seu artigo 7.º as condições dos empréstimos concedidos ao abrigo da mesma.

A concessão de crédito bonificado a pessoa com deficiência destina-se a:

a) Aquisição, ampliação, construção e ou realização de obras de conservação ordinária, extraordinária ou de beneficiação de habitação própria permanente;
b) Aquisição de terreno e construção de imóvel destinado a habitação própria permanente;
c) Realização de obras de conservação ordinária, extraordinária ou de beneficiação em partes comuns dos edifícios destinadas ao cumprimento das normas técnicas, exigidas por lei, para melhoria da acessibilidade aos edifícios habitacionais, por parte de proprietários de fracções autónomas, que constituam a sua habitação própria permanente, e cuja responsabilidade seja dos condóminos.


Para efeitos desta lei considera-se «Pessoa com deficiência» a pessoa abrangida pelo conceito constante das bases gerais do regime jurídico da prevenção, habilitação, reabilitação e participação da pessoa com deficiência, aprovado pela Lei n.º 38/2004, de 18 de agosto, e com grau de incapacidade igual ou superior a 60 %, comprovada por atestado médico de incapacidade multiuso, nos termos previstos na alínea a) do n.º 1 do artigo 8.º do diploma legal.

 A contratação de seguro de vida para acesso às condições previstas no crédito às pessoas com deficiência não é obrigatória


Para a concessão do empréstimo devem ser apresentados, para além dos documentos exigidos pela instituição de crédito, os seguintes documentos:
a) Atestado médico de incapacidade multiuso, comprovativo do grau de incapacidade da pessoa com deficiência, emitido nos termos previstos no regime legal de avaliação de incapacidade das pessoas com deficiência, constante do Decreto-Lei n.º 202/96, de 23 de outubro, alterado pelos Decretos-Leis n.os 174/97, de 19 de julho, e 291/2009, de 12 de outubro;
b) Última nota demonstrativa de liquidação disponível do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares, ou, no caso de dispensa da sua apresentação, de outros elementos oficiais emitidos pelo respectivo serviço de finanças;
c) Declaração dos interessados, sob compromisso de honra, em como não são titulares de outro empréstimo em qualquer regime de crédito bonificado, bem como autorizam as entidades competentes para o acompanhamento, verificação e fiscalização do cumprimento do disposto na presente lei a acederem às informações necessárias para o efeito.

Fiz aqui um pequeno resumo que não dispensa, claro, a leitura de todo o diploma pois creio que existem muitas pessoas a desconhecer esta "benesse" de que podem usufruir.


Sobre cruzes (as minhas e as vossas)

Há dias ligaram-me para o trabalho. O senhor tinha acabado de saber da "minha" história e queria somente dar-me os parabéns por ela.


Entre várias coisas tocantes (como se não bastasse o simples facto de ter arranjado tempo para pegar no telefone para aquele miminho), disse-me que acreditavaque se Deus me tinha dado esta cruz era porque eu tinha forças para a carregar.


O senhor falava do cancro, sem saber quais as outras cruzes que carrego. E, provavelmente, não teve noção que aquele telefonema, naquela hora, e aquelas palavras não surgiram por coincidência (provando outra das suas convicções).


Essa imagem da cruz, e da minha capacidade de a carregar) tem-me acompanhado nestes dias, como um balão de oxigénio.


E não é nova para mim, pois cresci a ouvir a minha avó a dizê-lo. Mas, pelos vistos, estava a precisar de ser relembrada.


Obrigada sr. D., Deus é, de facto, providência.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Prova superada

Depois de 20 hipermercados e outras tantas lojas chinesas corridas + algumas dezenas de sacos do lixo (inúteis para os efeitos pretendidos) comprados, eis que achámos "os" sacos de plásticos ideais para fazer roupas para os meninos da salinha da Leonor usarem na festa de final de ano.


Caso para dizer "quem porfia sempre alcança".


Resumindo a experiência, ficámos com um belo abastecimento de sacos para o lixo (dão sempre jeito) e para a próxima já vamos directamente ao sítio certo.


Agora estou ansiosa por ver o resultado final.

Isto de ter primos caboverdeanos é tramado

Alguém me explique como é que se trabalha com a pança cheia de cachupa.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

435 e.mails!

O reverso de tirar férias é regressar ao trabalho e ter 435 e.mails para abrir.


É certo que, lá pelo meio, havia muito lixo. Mas esse, curiosamente´, é o que dá mais trabalho (não sempre, mas muitas vezes)

Se dúvidas tivesse ...



Se dúvidas tivesse, aqui fica a lembrança.

Prefiro 1000 vezes escrever a falar.



Soube que nem ginjas

Esta semana que passou abrandei o ritmo. As mini férias surgiram no momento certo, pois o neurónio estava em iminente curto-circuito.


Fiquei por casa (e arredores próximos) que era mesmo aquilo de que precisava. Claro que não me importava nada de ficar uma semanita mas posso garantir que esta me soube que nem ginjas.


Vamos ver se o neurónio se aguenta mais uns tempitos.

domingo, 14 de junho de 2015

3 coisas que me emocionaram nesta semana que passou

 
 
 
 
 
 
(As palavras e exemplo desta senhora que está ao meu lado na foto) 
 
 
 
 
 
(A minha branquinha de Neve)



(Esta música e a lembrança do meu padrinho a tocá-la, de cor e com muitas fífias à mistura)

Sobressalto

No intervalo de uma série do AXN resolvi ir espreitar as minhas crias ao quarto (tinham adormecido vestidas, cada uma na sua cama).

Quando lá entrei não vi a Benedita. Fui espreitar ao meu quarto e também não a vi.

Já em sobressalto, voltei ao quarto das ladies e descobri-a a dormir serenamente ... no chão. A pobre tinha caído, o que explica uns resmungos que tinha ouvido e pensei serem um pesadelo.




 
 


Só para enquadrar o susto, deixem-me contar-vos que, na série que estava a ver, os investigadores procuravam uma criança que tinha desaparecido do quarto, enquanto dormia.

Mãe sofre.

Gostava de ser Pessoa

Gostava de ser Pessoa


Será que se meter nos opiáceos algum dia escreverei coisa que se apresente? Assim como Pessoa, o próprio?


O Infante

Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.
Deus quis que a terra fosse toda uma,
Que o mar unisse, já não separasse.
Sagrou-te, e foste desvendando a espuma,

E a orla branca foi de ilha em continente,
Clareou, correndo, até ao fim do mundo,
E viu-se a terra inteira, de repente,
Surgir, redonda, do azul profundo.

Quem te sagrou criou-te português.
Do mar e nós em ti nos deu sinal.
Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez.
Senhor, falta cumprir-se Portugal!

Há dias

Há dias que chegam no momento certo
Certezas que chegam em dias errados
Se de erros e acertos vivemos
De certezas inquestionadas morremos
Porque não vivemos para corrigir os erros

sábado, 13 de junho de 2015

Bacalhau+espinafres+coentros


E a quem gosta da mistura bacalhau+ espinafres+ coentros, recomendo vivamente ESTA receita.


Aponta Neves, aponta.

De castigo

Há momentos em que a Neves merecia um bom castigo, tipo escrever 100 vezes (manualmente) "quando encontrar uma receita daquelas que corre bem, no google, vou guardá-la".


E depois 1 horinha a genuflexão em cima de grão-de-bico.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

1.ª consulta pediátrica do Boris

Hoje foi dia da 1.ª consulta pediátrica do Boris.


Como família que somos, lá fomos todos em magote para assistir ao evento e babar para cima do nosso elemento mais novo.


Antes de entrarmos, o patriarca da família dizia ser a 1.ª vez que ia ao veterinário. Ri-me da observação, e da forma como foi feita, mas não deixei de pensar na rapidez com que uma pessoa perde a racionalidade (refiro-me aos dois, obviamente).


Sempre tive animais em casa dos meus pais e avós mas tratava-os como tal. Ou seja, com carinho mas algum distanciamento.


Faz-me confusão ver animais a ser tratados como pessoas (ou, muito pior, melhor do que muitas pessoas).


Ver donos de patudos à espera de notícias, como se estivessem na urgência de um hospital, e a chamar-lhes "filho" ainda me parece muito estranho.


No entanto, dou por mim a tratar dos meus animais como se fossem bebés e percebo que me estou a afeiçoar como nunca pensei.


Tenho medo do que isto dará.


Se  começarem a ver-me levar os bichos ao café e às compras, tratem-me por favor.







Mamã emocionada

Passado um mês, a fada dos dentes voltou.


Desta vez fui eu que arranquei o dentinho à minha Leonor e, por mais que quisesse, não conseguiria descrever a emoção que senti.


Sei que a esta hora já haverá quem esteja a pensar que me emociono com tudo o que as minhas crias dizem e fazem (o que é verdade) mas, no caso, a emoção é extensível a toda a família (é linda de se ver a reacção do pai, mana e avós).


Há algo de simbólico na queda dos dentes de leite. É mais uma fase da vida. E sabem como amo a vida e todas as suas etapas.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Subtileza masculina

- Trouxe-te este creme para experimentares. Diz aí anti-rugas, mas o creme é hidratante.


Subtileza masculina (a tentativa foi boa, mal amanhada mas boa).

Digam-me que não é verdade


 Não posso acreditar NESTA notícia.


A ser verdade, irá abalar a minha crença no Amor eterno aquele que, entre turras e resmunguices, vai superando tudo.


O Homer e a Marge Simpson NÃO podem divorciar-se!

O ser humano é mesmo complicadinho

Na escola da Leonor há 2 campainhas, uma da escola primária e outra da pré.


Durante o horário de entrada e saída o portão está sempre aberto, sob vigilância de uma auxiliar de acção educativa ( a "secontina" de outros tempos). Fora desses períodos, o portão está fechado à chave e temos de tocar uma ou outra campainha, de acordo com a hora.


No início do ano lectivo os pais foram informados sobre qual das campainhas devem toca, considerando a hora em que pretendem entrar, seja na primária seja na pré.


Até aqui tudo muito bem. Em termos de segurança estou super satisfeita (isto para responder às mães que me têm colocado a questão.


A porca só torce o rabo porque (como está bom de ver) a Neves não fixou qual a campainha em que deve tocar quando necessita de entrar no recinto às 09h30.


Por uma questão de lógica, uma vez que queria ir levar a Leonor à pré, optei pela campainha correspondente.


À 2.ª vez lá me responderam que, atendendo à hora, devia tocar na campainha da primária.


Admito que a resposta (aliada ao facto de me terem deixado plantada no passeio) me pareceu excesso de zelo mas fiz um esforço e cheguei a admirar o facto de ainda existirem funcionárias tão cumpridoras de regras.


Lá toquei para a primária e esperei que a funcionária me viesse abrir o portão, que é manual (de referir que a pré abre o portão automático).


Para evitar a mesma cena, perguntei à senhora qual a campainha em que deveria tocar por volta do meio dia.


A resposta foi pronta, tipicamente portuguesa e com um cheirinho a ironia (tipo, esta mãe é mesma totó) - "toca numa e noutra e alguém lhe há-de abrir o portão!!!".


Expliquei à senhora que sabia que existiam regras e que, um minuto antes, me tinha deparado com alguém que as cumpre à risca ao que me respondeu que seria um caso de "má vontade".


Resumindo e concluindo. Não sei onde estará a razão. Sei é que o ser humano é muito complicadinho.



quarta-feira, 10 de junho de 2015

E viva o mercado liberalizado 2 - oi?!!!

Já tinha eu esquecido a nossa tentativa de aderir ao Mercado Liberalizado quando recebo um telefonema.


- Tou a falar com a Sr.ª D.ª Susana Pinto?


- Está sim.


- Fala ... da Galp On. Como está, Sr.ª D.ª Susana Pinto?


- Bem, obrigada.


- Sr.ª D.ª Susana Pinto, recebemos  aqui um pedido de alteração do fornecedor de gás. Tem conhecimento deste pedido, Sr.ª D.ª Susana Pinto?


- Tenho. Fui eu que o fiz, no início de Março. Confesso que já me tinha esqueido, tantos foram os entraves que colocaram.


- Muito bem, Sr.ª D.ª Susana Pinto. Provavelmente terá sido a EDP a fazer-nos o pedido.


- Provavelmente. Pelo menos, foi-me dito que tudo seria tratado entre as duas empresas.


- Muito bem, Sr.ª D.ª Susana Pinto, é só para a informar que o seu fornecedor de gás é a EDP, desde o passado dia 29 Maio.


- Agradeço a informação.


- Pronto, Sr.ª D.ª Susana Pinto, como sabe o mercado foi liberalizado pelo que a qualquer altura poderá voltar a ser cliente Galp On, seja no gás, seja na electricidade (...)
- Sim, sim. Obrigada.




Minha Nota - ainda bem que me ligaram a questionar se sabia que tinha sido feito um pedido de alteração do comercializador 10 dias depois de, supostamente, terem feito a alteração.

Vamos lá ver quem será a entidade emitente da próxima factura.


Haja pachorra. Eu já estou por tudo, desde que não me cortem os fornecimentos enquanfo brincam aos mercados liberalizados.

Tristonha, tristonha

A Aveiro, para ser a terra perfeita, falta muito pouco e abunda o vento.


Uma das lacunas é a falta de uma Feira do Livro em condições. Apesar de ser defensora da nova localização (acho pitoresco escolher livros no meio da fruta), vim de lá tristonha, tristonha (tal como achei a Feira).


Aveiro merecia mais.

Chichi na cama

Quando há dias comentei, com a mãe de um colega, que a Leonor ainda usa fralda à noite a senhora perguntou-se se ela tem algum problema.


Escusado será dizer que me apeteceu rosnar e morder a senhora.


A minha filha mais velha (tal como a mais nova, aliás) é linda, saudável, inteligente e "está muito desenvolvida para a idade" (como tanto gosto de ouvir).


Mas  a verdade é que há algo que não está bem e tem de ser tratado.


A Leonor, que deixou de usar fralda durante o dia quando tinha 2 anos, ainda faz chichi na cama à noite.


Chama-se enurese nocturna e pode ter várias origens, nomeadamente fisiológica.


Partilho aqui a minha preocupação pelas consequências que pode ter, a nível psiológico e sociológico (apesar de, para já, a coisa parecer não a perturbar por ali além).


A ideia não é expor a Leonor, claro está, e só o escrevo porque, para além de confiar que ninguém vai falar com ela sobre esta questão, a moçoila ainda não sabe ler.


O objectivo é, pois, trocar experiências e alertar para esta problemática do chichi na cama após os 5 anos.


Com interesse para ajudar os papás nesta tarefa de combater o chichi na cama, aqui fica um site interessante.





Qualquer semelhança com um papagaio não é mera coincidência

- Vês Leonor, a Anita agora chama-se Martine.
-A sério?!!!
- Sim, olha para aqui. Vamos fazer uma coisa, eu vou tapar as últimas 4 letras do nome da Martine e tu vais ler a palavra que fica. Esta tenho a certeza que sabe ler.
- Pois sei. É Anita!!!

terça-feira, 9 de junho de 2015

Porque é que a Benedita não se chama Leonor

- Mana, sabes porque é eu não me chamo Leonor?


- Não!


- Porque é um nome feio!


- Não é nada. É porque eu sou mais velha e já tinha esse nome. Mas eu queria mesmo era chamar-me Raquel. Pronto, a partir de agora chamem-me Raquel.



Saúde 24 Sénior - Linha de Apoio a Idosos

Fiquei a saber hoje, através do Fio de Prumo (um dos blogues da Helena Sacadura Cabral), que a Linha de Saúde 24 tem um serviço dedicado exclusivamente a idosos.


Tenho uma opinião muito positiva da Linha de Saúde 24,  que nos encaminha e aconselha em questões de saúde.


Contactei-a já várias vezes uma das quais quando a Benedita resolveu, mesmo debaixo das minhas barbas, engolir um comprimido que estava em cima da mesa. Dessa vez a coisa resolveu-se com uns dedinhos na goela da cachopa.


E assim, com um telefonema, evitou-se uma ida (no caso desnecessária) ao hospital. Claro que, em momentos de aflição é difícil termos o sangue frio de fazer um telefonema e reprimir o impulso de nos enfiarmos no carro e voar para o hospital mas seria bom que começássemos a ter esse hábito (falo, repito, por experiência própria).


Mas voltando à Saúde 24 Sénior,  bastará ligar para a Linha de Apoio 808 24 24 24, efectuar o registo do idoso (idade igual ou superior a 70 anos, creio) e a Linha começará a contactar regularmente para se inteirar do estado de saúde da pessoa, esclarecer dúvidas (...).


Dirão que precisamos é de mais enfermeiros nos hospitais. Eu respondo que sim. Precisamos de mais enfermeiros, sem qualquer dúvida, mas este é um serviço complementar que podemos e devemos utilizar.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Sobre os (meus) melhores Amigos

Diz a Comercial que hoje é o Dia dos Melhores Amigos.

Devo dizer desde já que eu não tenho Amigos dessa categoria. Melhor dizendo, não tenho Amigos divididos em categorias. Logo não tenho melhores Amigos.

Tenho muito mais que isso, estou rodeada dos melhores Amigos.

Acho que esta é das poucas, senão a única coisa em que (como mãe) ainda não dei razão ao meu pai.

Quando era adolescente dávamos muitas turras à conta dos "melhores Amigos". Como qualquer adolescente, tinha a minha melhor Amiga. Quando falava nela ao meu pai, ouvia sempre a mesma resposta "os teus melhores Amigos são os teus pais".

Eu, do alto da minha adolescência, tentava convencê-lo do contrário o que, invariavelmente acabava em discussão e lágrimas (era uma adolescente muito chorona). A discussão filosófica terminava com a abominável frase "filho és pai serás".

Claro que percebo o que o meu pai me queria dizer, mas continuo a achar que os pais não substituem os Amigos, ainda que ninguém nos ame mais do que eles.

Talvez por ter a felicidade de conhecer a verdadeira Amizade, continuo na minha.

Cada macaco no seu galho porque, como diz a minha mãe "roxo é roxo, lilás é lilás".



Eu sou sempre perfeita!

- Está muito perfeitinho esse desenho, Tita. Parabéns.

- Mãe, mas eu sou sempre perfeita!!!

Haja auto-estima-

"Só pode ser Jesus a ralhar com alguém"

Ontem, enquanto soavam os trovões, vi a Leonor com um ar muito circunspecto.

Tentei saber o que se passava e respondeu-me "estive a pensar e esta trovoada só pode ser Jesus a ralhar com alguém".

Sei que devia ter aproveitado para lhe explicar que Jesus não ralha nem castiga, mas limitei-me a sorrir.

Está uma filósofa, a minha mais velha.

domingo, 7 de junho de 2015

Perfeito é ...

Perfeito é ...

Aceitar sem gostar
E deixar cair defesas
Nisto que é viver para dar
Nisto que é dar para viver
Porque perfeito é Amar o (im)perfeito

Eu devia estar bêbada

 
 
 
O Boris faz hoje 3 meses e, apesar de ser lindo, fofo e estarmos todos apaixonados por ele, só se me ocorre um pensamento: eu devia estar (muito) bêbada quando me meti nisto de aceitar um gato em casa.
 
 
E a convicção aumenta quando deparo com ele em cima da mesa a lamber a manteiga ou devorar fiambre (ainda não interiorizei a ideia de que tenho de me fechar na cozinha para tomar o pequeno almoço) ou acordo com o toque das suas unhacas na minha nuca.
 
 

 
 
 

sábado, 6 de junho de 2015

Experimentar o Amor

Ao ver uma comovente reportagem sobre jovens institucionalizados chamou-me a atenção o facto de muitos dizerem que o seu sonho é casar e ter filhos ou que só conheceram o Amor depois de terem constituído a sua família.

Esta sede de experimentar o Amor deve fez-me pensar.

Alguns destes jovens sentiam-se mais seguros a viver na rua do que em casa, tanta seria a falta de Amor.

E no entanto, apesar de terem todos os motivos para não acreditar nele, anseiam por experimentá-lo.

Linda esta conclusão e reveladora de vale sempre a pena apostar naqueles que parecem perdidos.

Porque o Amor salva. Assim saibamos senti-lo (e dá-lo).

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Navegar em águas turvas

Depois de muito navegar (e remar) em águas turvas interiores é bom acabar a semana com a descoberta desta versão de Remar, Remar.

Pânico

Ontem, em vésperas de fazer uma intervenção num seminário, vivi momentos de pânico.


O meu código do trabalho desapareceu. Não era um código qualquer (tenho vários), era tão só aquele que praticamente se abre sózinho.


Não conheço nenhum jurista que se dê bem com outro código que não "aquele" especial.


Foi um stress, mas já passou. Ufa

quinta-feira, 4 de junho de 2015

?!?!?!

Gosto do Jesus e gosto do SCP.


Já relativamente ao Bruno Carvalho é melhor nem falar.


Fiquei, pois, contente com a notícia que está a abalar Portugal (ou, pelo menos, 6.000.000 de nós).


Estou curiosa, claro, quanto àquilo que conseguirá fazer no SCP porque estamos a falar de estruturas diferentes. Mas acredito que tem mérito enquanto treinador e, acima de tudo, coragem para se afirmar.


Ao longo do dia fui ouvindo notícias sobre o facto de terem retirado o JJ de uma foto oficial do SLB, divagações sobre o amor à camisola e outras ainda mais estrambólicas se pensarmos que estamos a falar de futebol profissional onde (quase) ninguém está "pro bono".


Sinceramente não percebo o motivo de tanta sensibilidade à flor de pele mas não devia ficar admirada. Afinal o futebol é aquele desporto que leva pais a bater-se e a insultar crianças em jogos dos infantis.


Pense-se o que se saber, para mim não passa de "fait-divers" excelente para a malta descarregar o stress acumulado do dia a dia.



Já tinha ouvido chamar-lhe muitas coisas

Fruta
Gasosa
Suborno
(...)


Já tinha ouvido chamar-lhe muita coisa. Doação a entidades parceiras da FIFA é que nunca tinha ouvido.


É por isso que gosto tanto de palavras. Dão para tudo.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Quaresma e José Cid - descubra as diferenças



Ao deparar-me com esta, inenarrável, foto do Quaresma da capa da "Cristina" foi inevitável recordar uma outra imagem que jamais sairá da minha mente. A do José Cid, na capa da "Maria" (por acaso não sei se foi aí publicada mas podia ter sido).

E pergunto eu, qual a diferença esteticamente falando ?(tirando a óbvia, que é a cor do sofá)











terça-feira, 2 de junho de 2015

Torresmos, o novo alimento para desportistas (e não, não se trata de ironia)

Afinal os torresmos, além de saborosos, podem ser nutritivos.


Se não acreditam leiam ESTA notícia.


Eu sabia que um dia me iriam dar razão.


A seguir há-de ser a morcela, a alheira e a pele de leitão.


Olhem para o que eu vos digo.

Programa original no Dia da Criança

E no Dia da Criança, a Tita foi ao cinema ver o "Aferix" e teve uma aula de "jumba".


Parabéns à organização. Duvido que tenha havido programa mais original que esse.