Ando aqui dividida entre formular, ou não, resoluções de Ano Novo.
Lembro-me da minha Amiga Eva, que não prescinde delas, e de outra Amiga que diz que este ano só vai formular uma, pois nunca as cumpre e assim ficará com uma maior margem de manobra.
Eu coloco, ainda, uma terceira hipótese, a de não formular nenhuma.
Admito que gosto imenso deste sentimento, maioritariamente generalizado, de que o final do ano é sinónimo de final de um ciclo e que o Ano novo será como uma nova vida. Esta esperança acaba, indubitavelmente, por nos impulsionar e ajudar a ir em frente.
Por isso sei que, de forma expressa ou não, acabo sempre por formular as tais resoluções. No final do ano passado estipulei como objectivo, para 2015, o de reduzir o número de fretes e acho que o atingi.
Os fretes ainda estão acima do desejável, que a minha capacidade de dizer não é muito fraquinha, mas com calma a coisa há-de dar-se.
Assim, e na sequência daquele desejo, o que anseio em 2016 é muita Paz de espírito e ca…