Quando estava a arranjar a lancheira da Leonor, cheguei à conclusão que o pão tinha acabado. Lá a compus com fruta, mas fiquei pesarosa pois também não prescindo do pãozinho ao lanche.
Estávamos já na rua, quando vi que a cachopa tinha um pão de leite embalado no bolso do casaco , daqueles que o avô lhe dá todos os dias, e disse "olha que sorte, tens um pãozinho no bolso e podes pô-lo na lancheira".
Foi uma daquelas coincidências que são mais que isso pois vim a perceber que o casaco era da Tita.
O meu engano (isto de distinguir casacos pela etiqueta nem sempre é fácil, principalmente com as pressas matinais) assemelhou-se à multiplicação dos pães na era moderna.
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