Tenho um ódio de estimação a questionários.
Mexe-me com o sistema nervoso, tudo o que me impeça de responder com um "considerando", seguido de um "nomeadamente".
Logo por azar, os questionários estão na moda e "são a mato". Não há tese, de mestrado ou doutoramento que não tenha um.
Posso estar muito errada, mas parece-me que grande parte não deles não terá muita utilidade. Seja por estarem mal feitos (dá uma trabalheira dos diabos fazer um questionário decente), seja pela baixa taxa de resposta que retira qualquer expressividade à amostra.
Seja como for, esta semana jurei a mim mesma que hei-de tornar-me mais tolerante aos questionários isto porque fiquei boquiaberta com uma conversa ouvida há dias sobre as "n" escalas de avaliação possíveis de utilizar e a fiabilidade de umas e outras.
Confesso que me senti uma bruta por ignorar a verdadeira ciência que os questionários encerram.
Não prometo render-me a esse tipo de leitura dos factos, mas começarei a estar mais atenta e cooperante. Palavra de Susana Alice.
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