quinta-feira, 29 de maio de 2014

Sobre o estado de conservação dos Rolling Stones

Ia mais depressa a Lisboa ver Xutos ou Aerosmith do que os Rolling Stones, mas não deixo de admirar a sua longevidade que me parece um mistério melhor guardado do que o 3.º segredo de Fátima.


Sinceramente não percebo como é que aquelas alminhas, que me parecem autênticos mortos vivos (os homens já tiveram melhor aspecto) conseguem aguentar a pedalada de um concerto.


Ou melhor, percebo. Só não acredito é que seja simplesmente por gostarem muito daquilo que fazem e tratarem bem da saúde como ouvi hoje uma douta psico-gerontóloga a dizer.


Não me lembro de metade das atrocidades que a senhora disse numa rádio nacional mas, entre outras, fez uma comparação entre os músicos "do tempo" dos Stones e os da actualidade, que me faria rebolar no chão a rir não fosse estar a conduzir.


Diz a senhora que "naquele tempo" os músicos tinham um estilo de vida mais saudável. Pena a Janis Joplin, o James Morrison e outros que tais não estarem cá para falarem com esta inteligência suprema.

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