Escrevo-te no nosso caldeirão verde, onde passaste tantas horas, suportando sabe-se lá que dores, sempre de sorriso no rosto.
Onde ontem, durante o jogo te procurei tantas vezes percebendo que a tua ausência era sinal que algo não estaria bem, mas sem desconfiar que estarias a seguir o teu caminho para o céu.
Não convivemos muito mas os poucos momentos em que tive a honra de privar contigo foram suficientes para te admirar e ter como exemplo de mulher e mãe. Alguém que nunca baixou os braços e deu tudo o que de melhor tinha.
Neste momento peço a Deus por todos os que cá ficaram e não conseguem perceber o porquê desta partida tão precoce. É difícil perceber e aceitar. Porém, a certeza que a semente que deixastes no coração de todos e de que continuaras (agora aí de cina) a velar por todos, ajudará a continuar o caminho.
O teu lugar na bancada estará sempre preenchio, pelas lembranças. Obrigada e um grande beijinho.
domingo, 9 de dezembro de 2018
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