Ontem foi dia de regresso à escola das minhas patroas.
Pelos vistos, a mãe estava mais ansiosa do que as crias.
A Leonor esqueceu-se, simplesmente, que tinha mãe, assim que pisou o solo do infantário. Não sem antes, diga-se em abono da verdade, me ter dito um tocante "mãe, adoro-te" (quem conhece a aparente frieza da minha mais velha percebe o quanto esta frase me derreteu.
Apesar de acordar mal disposta (o que acontece sempre que o despertar não é espontâneo), e ter começado o dia a falar a bebé, a Tita acabou por se portar lindamente.
Acho que o orgulho por ter subido um andar no edifício e ficar com a mana mais velha no acolhimento superou qualquer desgosto que tivesse em relação ao fim das férias.
Quanto ao dia em si, só conseguir saber que entraram dois meninos novos da salinha da Leonor e que (diz a Tita) almoçaram num restaurante onde só havia "fatas fritas".
Ou seja, só sei que nada sei e que, no final do dia, recusaram ir embora com a avó o que indicia terem tido um dia feliz.
A verdadeira mudança será para a Leonor, em data ainda incerta, quando abrir a pré e se mudar de armas e bagagens para uns 400 mts ao lado.
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