A muito custo lá recuperei (ou quase) da gripe.
Foi mesmo a tempo de preparar a passagem de ano cá em casa (10 pessoas + 1 convidada de última hora) e de assumir a missão de tratar dos meus 3 meninos.
Tudo correu bem, tirando o facto de o papá e a Tita terem passado o ano a dormir e a arder em febre e a Leonor ter feito a passagem em prantos, numa enorme birra que vim a descobrir ser uma mistura de sono com febre.
Foi uma passagem de ano meia surreal. Valeu o facto de ter sido passada em família.
O almoço de Ano Novo será cá em casa, a 4, para ver se não infectamos mais ninguém.
O que vale é que não sou supersticiosa.
Cruzes, credo!
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