sábado, 3 de outubro de 2015

A 1.ª catequese da Leonor

Começou ontem a catequese da Leonor, que anda ansiosa por (e cito) "comer a bolacha". Cá na paróquia implementaram um modelo diferente a que chamam catequese familiar. A ideia é que os pais participem na catequese com os meninos do 1.º ano para os ajudarem em casa (tal como ajudam com os trabalhos de casa). A catequese será uns dias à 6.ª feira à noite e outros aos sábados. Às 6.ªs termina com um lanche partilhado. Não conhecia este conceito e tinha algumas reservas. Confesso que, depois de uma semana de trabalho, a ideia de ter catequese à noite não é lá muito apelativa. Mas dever é dever e lá fui. Devo dizer que gostei muito e estou curiosa por ver as sessões seguintes. Contrariamente ao que imaginei, os pais não estiveram a acompanhar os meninos. Cada um fica no seu grupo. Com os adultos, a animadora (excelente, por sinal) fez umas dinâmicas "quebra gelo", que originaram momentos muito bonitos. No meu caso cheguei a viver um momento tocante, que terminou em silêncio sem que eu e a pessoa com quem falava conseguissemos articular uma palavra (foi uma pequena conversa sobre a qual terei de reflectir e provavelmente falarei aqui um dia). No final, o tal lanche com a pequenada super animada a aproveitar todos os segundos para brincar e a Leonor a perguntar se hoje haveria mais. Os meninos trarão sempre uma pequena tarefa para fazer em casa e entregar numa das 3 missas do fim de semana o que já levou a Leonor a dizer que, das 3, queria ir a 2 (vai ser bonito se se portar tão mal quanto na semana passada - vai ser excomungada antes mesmo de "comer a bolacha"). Em resumo, foi um experiência bonita o que só comprova que o 1.º passo (para tudo) é mesmo abrir o coração.

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