O meu carro tem vida própria
Sou pouco dada a novas tecnologias mas estou, definitivamente, rendida ao sistema de alta voz. Acho o máximo entrar no carro e aproveitar a deslocação para pôr a conversa em dia.
A questão dá-se quando, seja por dificuldades auditivas da máquina seja pela minha má dicção, o bicho resolve ligar para pessoas cujo nome nada tem a ver com aquele que eu disse.
No ímpeto de evitar a chamada, tenho tentado cancelar a ordem mas acabo sempre por dar toques a alguém (tal qual uma adolescente) o que ontem me veleu uma simpática chamada, de volta, a perguntar se precisava de alguma coisa.
Já decidi que, numa próxima vez, faço a chamada normalmente e aproveito para falar com a pessoa com a qual, provavelmente, já não tenho contacto há muito.
Isto de os carros terem vida própria é estranho, mas há que aproveitar a boleia. Neste caso acaba por ter piada.
A questão dá-se quando, seja por dificuldades auditivas da máquina seja pela minha má dicção, o bicho resolve ligar para pessoas cujo nome nada tem a ver com aquele que eu disse.
No ímpeto de evitar a chamada, tenho tentado cancelar a ordem mas acabo sempre por dar toques a alguém (tal qual uma adolescente) o que ontem me veleu uma simpática chamada, de volta, a perguntar se precisava de alguma coisa.
Já decidi que, numa próxima vez, faço a chamada normalmente e aproveito para falar com a pessoa com a qual, provavelmente, já não tenho contacto há muito.
Isto de os carros terem vida própria é estranho, mas há que aproveitar a boleia. Neste caso acaba por ter piada.
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