Numa altura em que nos deparamos com uma feroz competitividade, a troco de nada, começada logo nos bancos da escola primária é impossível ficar indiferente ao gesto do piloto Paulo Gonçalves.
Este campeão (no sentido mais nobre do termo), não hesitou em interromper a prova no Dakar para ajudar um adversário acidentado ao lado do qual ficou até que chegasse o auxílio.
O Paulo Gonçalves diz que só fez o que lhe competia e estou de acordo. Este tipo de acção (pela sua lisura) devia ser banal mas (dada a tal competitividade) está longe de ser frequente, daí merecer o destaque que lhe está a ser dado.
Vejam a história AQUI e depois digam-me se não seria bom ler uma notícia destas por dia, preferencialmente à 2.ª feira de manhã.
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