Por estes dias tivemos uma excelente notícia que só não é ainda pública pois surgiu sob a forma de lista provisória, ou seja pode não ser definitiva. (NOTA - não, não estou grávida, como se pode inferir pela referência a uma lista provisória).
Ainda não a gritámos ao mundo, para evitar criar falsas expectativas na pessoinha em questão que, entretanto, já vai conseguindo ler umas frases o que me limita ainda mais neste blogue (dá para perceber de quem estou a falar, não dá?).
Mas passemos ao segredo, de Polichinelo naturalmente.
Tínhamos acabado de ver a tal notícia, quando passou lá por casa um primo que reparou nos "olhos constipados" de um de nós.
Sosseguei-o e disse que se tratava só de um momento de emoção pela boa notícia que acabei por revelar, pedindo reserva (tenho de ser rigorosa e referir que pedi reserva somente junto da tal pessoinha).
Minutos depois, recebo um telefonema a perguntar o que se passava. Estava o circo montado.
Tornei a pedir reserva junto da pessoinha, que foi entendida como não podes contar a ninguém o que, juntamente com o facto de não ter sabido a notícia em primeira mão, me valeu um valente amuo.
No dia seguinte, uma mensagem (já de de outa pessoa) do tipo "nem me contas nada ...".
Entretanto vim a saber que a notícia/surpresa já tinha sido contada a mais uma mão cheia de pessoas (e não pelo primo ), sempre por motivos devidamente fundamentados.
Em resumo, acho que toda a freguesia já sabe, até porque a dada altura eu própria tive de contar a outras pessoas já que não fazia sentido, na hierarquia dos laços, algumas saberem e outras não.
Estou a falar de uma notícia provisória que já me encheu de orgulho, independentemente do resultado final.
Só tenho receio de criar uma falsa expectativa à pessoinha. Claro que se o resultado for um NÃO, teremos de a infotmar e explicar que para o ano haverá mais.
Vem este post a propósito de uma máxima que o meu pai sempre me ensinou e não pode ser mais verdadeira. "Se queres manter um segredo, guarda-o para ti e não o contes a ninguém".
Não é por mal, seja por recalcamento seja porque cada um de nós tem sempre alguém muito importante a quem sente vontade de contar (que por sua vez tem outro alguém importante), certo é que a coisa vai por aí fora como fogo em palha seca.
(NOTA- contrariamente ao que possa parecer, este post não é contraditório com o que escrevi ontem sobre a confiança cega. Apesar de tudo, continuo a confiar cegamente nos homens (sim foram homens) que puseram a boca no trombone)
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