O que quer que seja aquilo em que acreditemos, creio que todos seremos unânimes ao dizer que Fátima é um fenómeno a que ninguém fica indiferente.
A mim transporta-me ao tempo da escola primária e às tardes de sexta-feira nas quais o professor Pereira nos contava a história dos patorinhos. Lembra-me também a viagem de finalistas da quarta classe. E faz 8 anos no próximo dia 13 de Maio, dia de Nossa Senhora de Fátima, que tive a benção de ser mãe pela primeira vez.
Fátima faz parte da minha e nossa história, com política à mistura e é importante que façamos por conhcer essa mesma história, que tanto nos explica o presente.
ESTA entrevista de D. Carlos Azevedo, cujo título suscitou a minha curiosidade, ajuda a contextualizar a história de Fátima e vale a pena lê-la.
Não sendo um dos meus locais predilectos de encontro comigo e com Deus, gostaria muito que Fátima deixasse de ser um mero local em que se vão acender velas e cumprir promessas a metro como sinto ser para muitos.
Gostava também de sentir que existe respeito pela fé alheia o que, paradoxalmente, terá de passar também por uma peregrinação interior que me leve a aceitar muitas coisas nas quais não me revejo.
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