À semelhança de Fátima, esta tolerância de ponto de dia 12 está a revelar-se um verdadeiro fenómeno. Não me lembro de alguma vez o Governo ter querido dar um dia ao povo para que pode viver determinado momento em sociedade e o povo ter ficado indignado. Claro que sera diferente, caso estivessemos a falar de todo o povo, independentemente de trabalhar no sector público ou privado. O povo tem dificuldade em perceber este tipo de benesse num Estado laico que se recusa a considerar o feriado de carnaval como obrigatório e as desigualdades de tratamento. E é uma dificuldade fácil de perceber, parece-me.
Em todo o caso tenho curiosidade em saber quantas das pessoas que se têm insurgido contra a tolerância se irão recusar a goza-la. Laicismos à parte.
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