Não deve haver família em que nunca ninguém se tenha queixado de se dar mais atenção ao filho distante do que àquele que está presente em todas as horas. Tenho um exemplo paradigmático bem perto.
Em conversa com uma amiga sobre a Parábola do Filho Pródigo, finalmente percebi a razão. O cuidado é especialmente devido a quem deles precisa e não a quem merece.
Para além de que amar é também sinónimo de perdoar.
Logo, faz todo o sentido a reacção daquele pai. E, sendo legítimas as dúvidas do irmão sempre presente, perceber o porquê de se cuidar daquele que mais precisa é algo que faz falta e certamente apaziguaria muitos corações. Gostei e vou tentar transpor para o dia a dia.
sexta-feira, 29 de março de 2019
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