Quando a Leonor era bebé foram várias as vezes em que fiquei privada de lhe tocar. Umas para a proteger (quando fazia os PET, por causa da radioactividade) outras para minha protecção (quando tomava umas vacinas vivas).
É indescritível o sentimento de querer tocar o nosso bebé e não o poder fazer. Muitas vezes fiquei de braços no ar pois o impulso era pegar-lhe.
Foi, de tudo, das coisas mais difíceis que vivi na fase da doença.
Agora, 10 anos passados e por motivos totalmente diferentes, tenho de evitar tocar nas minhas filhas, marido, pais, amigos.
E como gosto de abraçar aqueles que amo. Que falta me faz o toque.
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