Foi por pouco que não parti o dedo de uma mão com uma cavaca lançada da capela de S. Gonçalinho.
Como se não bastassem as estrelas que vi, fiquei sem o raio da cavaca que (com a força do impacto) foi parar a outras mãos.
Contava eu a história a uma prima quando esta (com o seu sentido de humor inigualável) me perguntou “o que é que fizeste ao santo?!!!”.
Diz o povo que o santo é vingativo, de modo que esta questão tem sido o mote da minha reflexão de fim de semana.
Obrigada Ritinha.
PS: brincadeirinha
domingo, 19 de janeiro de 2020
sábado, 18 de janeiro de 2020
A cada dia um novo olhar
Já passei pela estátua de Santa Joana centenas de vezes (para não dizer milhares) e só hoje reparei naquele braço estendido que (hoje) senti como sinal de acolhimento.
E que sensação boa de conforto me inspirou ...
Amanhã, certamente, sentirei a imagem de outra forma.
A cada dia um novo sentir. Concordam?
E que sensação boa de conforto me inspirou ...
Amanhã, certamente, sentirei a imagem de outra forma.
A cada dia um novo sentir. Concordam?
quarta-feira, 15 de janeiro de 2020
SOS Mãe com dúvidas
Muito agradecia (aos pais experientes que leiam este post) a partilha de dicas sobre como sobreviver à (pré) adolescência de crias fêmeas.
É para uma amiga, naturalmente.
É para uma amiga, naturalmente.
domingo, 12 de janeiro de 2020
Convite para explorar o sentido da vida
Quando, a meio da semana, recebi um convite para o jantar de apresentação do curso alpha a primeira reacção foi dizer que não. A última coisa que me apetecia era sair de casa na sexta-feira à noite, especialmente comprometer-me a fazê-lo durante 3 meses seguidos.
Claro que não consegui recusar, desde logo porque o convite foi feito pela minha comadre e Amiga Joana Quina a quem sou incapaz de dizer que não. Depois ( e confesso) porque acabou por me parecer tentador fazer um programa diferente e que implica não ter de fazer jantar, sendo que as patroas podem acompanhar-me pois há quem cuide delas durante as várias sessões.
O objectivo do alpha é meditar e partilhar o sentido da vida. Que andamos nós aqui a fazer? O que há mais, para além disto que conhecemos?
Vencida a inércia inicial (foi para aí o terceiro convite) sinto que este alpha vem no momento certo e estou muito expectante relativamente ao fruto destes encontros.
Quem quiser juntar-se a nós será muito bem vindo. Sextas -feiras, pelas 20h30, no centro paroquial de Aradas. Começamos com a paparoca (comida caseirinha e deliciosa) e terminamos com cházinho e bolo.
Não terá sido por acaso o convite e, muito menos, a decisão de o aceitar. Não existem acasos. Vamos lá aprofundar o sentido da vida.
Apareçam.
Claro que não consegui recusar, desde logo porque o convite foi feito pela minha comadre e Amiga Joana Quina a quem sou incapaz de dizer que não. Depois ( e confesso) porque acabou por me parecer tentador fazer um programa diferente e que implica não ter de fazer jantar, sendo que as patroas podem acompanhar-me pois há quem cuide delas durante as várias sessões.
O objectivo do alpha é meditar e partilhar o sentido da vida. Que andamos nós aqui a fazer? O que há mais, para além disto que conhecemos?
Vencida a inércia inicial (foi para aí o terceiro convite) sinto que este alpha vem no momento certo e estou muito expectante relativamente ao fruto destes encontros.
Quem quiser juntar-se a nós será muito bem vindo. Sextas -feiras, pelas 20h30, no centro paroquial de Aradas. Começamos com a paparoca (comida caseirinha e deliciosa) e terminamos com cházinho e bolo.
Não terá sido por acaso o convite e, muito menos, a decisão de o aceitar. Não existem acasos. Vamos lá aprofundar o sentido da vida.
Apareçam.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2020
Ganhei o ano!
Sou assinante da revista Cruzada desde que me lembro de ser gente, já a minha avó o era há anos.
Agora sou eu que lhe levo a revista de que tanto gosta.
Continua, agora no seu mundo, a folhear as páginas com entusiasmo. E ontem, do nada que a mim diz muito, enquanto o fazia disse o meu nome alto e a bom som. Não me estava a chamar e, quase de certeza, não sabia que era a Susana que estava ali ao lado mas foi tão bom sentir que os laços que nos unem resistem a todos os obstáculos.
Não me lembro da última vez que o tinha ouvido da boca da minha avó. Ontem ganhei o ano!
Agora sou eu que lhe levo a revista de que tanto gosta.
Continua, agora no seu mundo, a folhear as páginas com entusiasmo. E ontem, do nada que a mim diz muito, enquanto o fazia disse o meu nome alto e a bom som. Não me estava a chamar e, quase de certeza, não sabia que era a Susana que estava ali ao lado mas foi tão bom sentir que os laços que nos unem resistem a todos os obstáculos.
Não me lembro da última vez que o tinha ouvido da boca da minha avó. Ontem ganhei o ano!
domingo, 15 de dezembro de 2019
Pedido ao Pai Natal
Ela já não acredita no Pai Natal mas a professora pediu que lhe escrevesse uma carta com um único pedido.
Assim fez, pediu saúde. Pedido inusitado, vindo de uma criança de 8 anos, mas tão assertivo que me deixou de lágrima nos olhos. E só mesmo disso que precisamos para levar o barco.
Assim fez, pediu saúde. Pedido inusitado, vindo de uma criança de 8 anos, mas tão assertivo que me deixou de lágrima nos olhos. E só mesmo disso que precisamos para levar o barco.
sábado, 14 de dezembro de 2019
Sobre (in) tolerância
Hoje há concerto de Natal do Conservatório. O concerto será numa igreja o que, dado o período festivo que se vive, parece-me perfeitamente normal.
Mas pelos vistos não será assim tão óbvio para todos.
Diz-me a patroa mais velha (estupefacta) que há uma coleguinha não pode participar porque os pais não são católicos.
E eu questiono-me que futuros adultos estamos a criar.
Não percebo, culpa minha se calhar, qual o mal de se aceitar o ecumenismo como forma de respeito. O porquê de não se cultivar a tolerância.
Mas pelos vistos não será assim tão óbvio para todos.
Diz-me a patroa mais velha (estupefacta) que há uma coleguinha não pode participar porque os pais não são católicos.
E eu questiono-me que futuros adultos estamos a criar.
Não percebo, culpa minha se calhar, qual o mal de se aceitar o ecumenismo como forma de respeito. O porquê de não se cultivar a tolerância.
- Aposto até que muitas das crianças que participarão no concerto não são católicas, mas há uma que não pode participar e isso entristece-me pela questão de fundo.
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