terça-feira, 17 de agosto de 2010

Pedagogia moderna (ou talvez não)

Mesmo sabendo que não há regras matemáticas em termos de educação, resolvi perguntar à pediatra qual a melhor forma de, na sua opinião, censurar/castigar a empertigada Leonor que, no alto dos seus 15 meses, já acha que é gente.

A resposta surpreendeu-me. A pediatra é apologista da Lei de Talião, "olho por olho, dente por dente". Que é como quem diz se a Leonor nos morder, devemos mordê-la também; se nos puxar o cabelo, puxamos o dela também.

Pode até ser o correcto, mas não gostei da teoria. Acho que vou apostar no instinto maternal.

8 comentários:

  1. Olá Susana.

    Continuação de boa semana.

    Beijinhos.

    ResponderEliminar
  2. Olá Susana
    Por vezes essa teoria resulta, já apliquei com o puxar de cabelos.
    Nessa idade nem sempre os argumentos funcionam.
    Temos que testar tudo:)

    jokas

    ResponderEliminar
  3. ehehe, dessa ainda não tinha ouvido falar.
    bjs

    ResponderEliminar
  4. Olá Susana
    Podes não gostar da teoria,mas que ás vezes resulta ai isso resulta...Claro que não vais morde-la nem puxar o cabelo com a força que ela te faz a ti,mas se ela sentir que isso doi talvez resulte um bocadinho.
    Mas isso são fases,depois passa,mas até passar..aiiii parece que ainda sinto os dentinhos do Rafael no meu dedo hihihihih,até nos puxava o dedo para morder e depois para largar era uma trabalheira,fica mesmo marcado.
    Beijinhos

    ResponderEliminar
  5. Ehehehe..."olho por olho"?? Nunca tinha visto uma pediatra assim....

    A partir dessa idade~começam a ser mais teimosas e a querer impôr as suas vontades (a minha filha era assim): se ela for irrequieta obrigá-la a estar simplesmente quietinha, sentada durante 10 minutos, tirar-lhe o brinquedo preferido durante uns tempos...elas percebem logo.

    Bjs

    ResponderEliminar
  6. Pois, prefiro o método Isabel Lencastre. Essa do olho por olho não me parece nada bem... Pelo contrário, até me parece que estamos a validar esse comportamento. Humm... deixo a minha desconfiança... A Joana era assim e agora, que vai fazer oito anos, ainda é uma menina de narizinho no ar, dona da sua razão, mas bem educada. E nunca tive de lhe morder :-)
    Beijinhos, Susana.
    TeresaP

    Cusca, eu? Então e o nome do menino?? LOL

    ResponderEliminar
  7. A minha filha, com 21 anos, lembra-se de eu aplicar essa teoria...Hehehehe... E não parece traumatizada...
    Bjocas

    ResponderEliminar
  8. Bem, pelos vistos nada como seguir o nosso instinto e misturar as várias teorias

    Obrigada pelos vossos comentários

    ResponderEliminar

Obrigada por dar vida a este blog.