Faz hoje 23 anos, a minha "filha mais velha", o meu calcanhar de Aquiles. A miúda a quem só não dei à luz.
Lembro-me, como se fosse hoje, do 1.ºdia de escola dela e de como me emocionei. Lembro-me de como, em criança, me agarrava as mãos quando se ia despedir de mim à noite, para que não a agarrasse e desse mil beijos(devia ser pouco chata). Lembro-me como, depois de ela já dormir sózinha, a fui buscar para tornar a dormir comigo. De a ajudar a fazer os deveres, ir buscar ao colégio.
Enfim, estou nostálgica, como se pode perceber.
Como irmãs que se prezam, passamos a vida como o gato e o rato, em parte pela minha dificuldade em perceber que sou só a irmã mais velha. Mas quando é preciso, estamos lá, uma para a outra.
E agora a minha Xuaninha está lá longe, em terras suecas. E só pude dar-lhe os parabéns por telefone
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