segunda-feira, 27 de junho de 2011

Trela ou não trela, eis a questão.

Desde que a Benedita nasceu que a ideia de comprar um arnês de segurança para a Leonor me tem assaltado o espírito.

Tenho hesitado para não não traumatizar a pobrezinha mas quem tem ficado traumatizada sou eu. Ontem fez mais uma das dela. Tirei-a do carro, encaminhei-a para o passeio e disse "vai para o passeio, que a mãe precisa de pegar nos sacos".

Enquanto a criatura se encaminhava para o passeio, fiquei a controlar o trajeto com o olhar e baixei-me para apanhar os ditos sacos. A safada resolveu virar-se, à velocidade da luz, e correr para o meio da estrada.

Lá fui eu, com as pernas a tremer, agarrá-la pelo cachaço e dar-lhe uma palmada pedagógica que deu em nada pois a fralda tem um efeito amortecedor fora de série.

Todos os cuidados são poucos e não sabemos como nos desdobrar, ainda mais, para proteger as nossas crias. Esta, então, dá-nos cabo da moleirinha. A safada não tem noção do perigo, é certo, mas sabe bem como nos desafiar e esta foi, nitidamente, uma dessas situações.

Não queria dar-lhe motivos para se tornar uma adolescente problemática mas, a continuar assim, não se safa da trelinha. Prefiro pagar-lhe o psicólogo daqui a uns anos. Ufa, que isto cansa.

2 comentários:

  1. Trela! :)
    Eu tb teria trela no Alexandre se ele n fosse tao obediente na rua. :)
    E sem remorsos, "better safe than sorry"!
    jinhos
    Galinhola

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  2. Também não vejo problema nenhum com a trela. Acho que é pratico e uma boa segurança. E se mais tarde tiver que ir ao psicólogo, só lhe vai é fazer bem, assim aproveita e trata de outros assuntos também! eheheh

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