terça-feira, 26 de junho de 2012
Humilhada e maltratada
Dois dias depois do trágico desaparecimento da pê pê amarela, levei a criação à pediatra.
Aquilo que era suposto ser uma consulta de rotina, das crianças, transformou-se numa sessão de psicanálise (da mãe).
Com o coração em chagas, contei o episódio da pê pê amarela, a dor da Leonor ao vê-la feita em duas e tentei desculpar o pai pela atitude explosiva.
Estava mesmo convencida que a pediatra me iria desancar, encaminhar a Leonor para consultas de psicologia e participar a ocorrência ao Ministério Público e CPCJ e preparei-me para o embate.
A reacção não podia ter sido mais directa - "o pai fez muito bem, ela tentou humilhá-la e não há mau acordar no mundo que justifique que alguém maltrate as outras pessoas.
Não se sinta culpada".
Quando cheguei a casa, contei ao papá, que me disse "tu não devias deixar que ela (a Leonor) te fale assim e acredita que não vos custou mais a vocês do que a mim".
Certo, certo é que a coisa resultou mesmo e a cachopa quase nem se lembra da pê pê, embora de vez em quando, e sorrateiramente, aproveite para dar uma lambidela na da irmã.
Eu é que, pelos vistos, estarei a precisar de ajuda especializada.
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