A Maria grande já andava há dias com ela metida na cabeça. "pai, mãe, quando é que eu começo a dormir sem fralda?", perguntava constantemente.
Na 3.ª feira, à noite, levantou-se para ir fazer xi xi e quando voltou ao quarto, perguntou "mãe, posso dormir sem fralda? Gosto tanto de dormir sem fralda".
Perante um apelo tão sentido, e uma ainda maior convicção, não tive como me opor.
Dormiu sem fralda e correu tudo lindamente.
Na noite seguinte, nem hesitei. A Maria grande deitou-se, de camisa de dormir e sem fralda. E a mamã, deitou-se com ela, para contar a história da cabra cabrês. Finda a história, a mamã aterrou como uma pedra até começar a sentir algo quente a tocar-lhe na pele.
Dispensando-me de pormenores, confesso só que, presentemente, um dos meus maiores anseios é que a urina de criança tenha efeitos terapêuticos ou cosméticos. Pronto, que pelo menos não cause alergias.
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