Hoje houve tourada de rua. Não teve cordas, como na Ilha Terceira, mas teve touro (óbvio) e forcada.
Podem imaginar quem foi o quê nesta altura.
A doce Maria Leonor resolveu começar a afastar-se de mim, na rua, e olhar-me com um ar desafiador, com as mãos à cintura.
Enquanto eu bufava, houve uma senhora que parou a ver a cena e não se conteve "ai, que gira. gostei. que determinação". E eu cada vez bufava mais, ao mesmo tempo que ia tentando dar conversa à senhora.
Quanto mais me tentava aproximar da criatura, mais ela fugia. Fez-me correr uns bons metros. A corrida estava a ficar tão desequilibrada que a senhora acabou por se ir embora, pois, nas palavras da própria, "estava a dar-lhe força".
Quando consegui alcançar a peste, estava ela calmamente sentada num banco de jardim.
Voltou-se para mim com o sorriso mais bonito, e plácido, que alguma vez lhe vi, e disse-me "então diz lá o que me querias".
Perante isto, e apesar da vontade de lhe dar uma palmada naquele rabo, tive de me morder toda para não desatar às gargalhadas.
Esta minha filha dá cabo de mim.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
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