Carta ao Pai Natal

Caro Pai Natal,

sei que, habitualmente, as cartas são escritas antes do Natal mas, na impossibilidade de o contactar de outra forma (foi tão rápido a comer os biscoitos e beber o leite que  nem dei por si), recorro à presente.

Começo por agradecer a sua generosidade. Este ano esteve particularmente umaginativo. Gostei muito da cana de pesca.

 Imagino que a seguir ainda venha a decsobrir uns vouchers perdidos para utilizar num qualquer serviços de babysitting, já que me parece que pescaria não rima com criancinhas.

Não posso, porém, deixar de fazer um reparo. No entusiasmo da quadra festiva, acabou por arranjar um belo sarilho cá em casa.

 Quando se oferecem duas bonecas a duas irmãs, das duas uma. Ou não se oferece carrinho para as mesmas ou oferecem-se dois carrinhos. Um por boneca.

Mas, mas nunca, um  só carrinho. Adivinho tempos de fortes disputas à conta do instinto maternal das minhas meninas.

São lapsos destes que podem desvirtuar o espírito natalício. Paz viste-a.

A evitar futuramente, combinado?

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