Isto de, não saber distinguir os sinais de que algo pode estar mal, é terrível.
Devia ter estranhado quando ontem, ao chegar a casa, encontrei a Leonor a falar pelos cotovelos e a contar tudo o que tinha feito durante o dia. Normalmente fecha-se em copas.
Fiquei tão contente, ao vê-la assim, que quando se recusou a jantar pensei que estava a fazer fitas.
Ameacei com a proibição de ir à piscina e telefonemas ao Pai Natal. De nada valeu.
Depois perguntei-lhe o que queria. Respondeu que só queria colo. Armei-me em mãe disciplinadora e pu-la de castigo no sofá, com a a promessa de que não comeria nada até ao dia seguinte.
Afastei-me e quando me tornei a virar para ela, vi-a encolhida no sofá. A pobre estava mesmo doente e eu a pensar que era birra.
Já fomos ao médico e não é nada grave, mas sinto-me um trapo. Estou cheia de remorsos.
O que vale é que tenho testemunhas. Nada indicava a doença súbita.
Mas o pior de tudo é ver uma cria doente. Se pudesse transferia a doença para mim.
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Eu testemunho. Também pensei que estivesse a fazer fita. É a história do Pedro e do lobo. Beijo
ResponderEliminarObrigada tia Xuaninha.
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