Lanterna vermelha, com muito orgulho

Hoje foi um daqueles dias de sorte em que, inesperadamente, me cairam nas mãos dois bilhetes para ir ver o meu Beira-Mar.

Já não ia ao estádio há bastante tempo e passei o dia entusiasmadíssima (apesar de o dia não ter sido feito só de rosas, mas adiante).

Os jogos do Beira-Mar trazem-me sempre  (boas) lembranças dos anos em que acompanhava o clube, religiosamente, para quase todo o lado, juntamente com o meu pai.

A altura em que deixei de ir aos jogos coincidiu (por mero acaso) com a mudança de estádio mas hoje confirmei que, tirando o local e a falta de telefonias coladas ao ouvido de alguns adeptos, tudo está na mesma.

A emoção e troca de galhardetes (vulgo insultos e ameaças de pancada), as unhas roídas e a descarga colectiva de stress continuam iguais.

Ah, e o Beira Mar também. Perdeu e  está em risco de se tornar lanterna vermelha, ainda esta jornada.

Fico triste, mas não será isso que irá abalar o coração desta beiramarense convicta.

Ei avante rapaziada, ei avante sem parar. Ei avante, ei avante. Beira-Mar, Beira-Mar, Beira-Mar.

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