Hoje foi um daqueles dias de sorte em que, inesperadamente, me cairam nas mãos dois bilhetes para ir ver o meu Beira-Mar.
Já não ia ao estádio há bastante tempo e passei o dia entusiasmadíssima (apesar de o dia não ter sido feito só de rosas, mas adiante).
Os jogos do Beira-Mar trazem-me sempre (boas) lembranças dos anos em que acompanhava o clube, religiosamente, para quase todo o lado, juntamente com o meu pai.
A altura em que deixei de ir aos jogos coincidiu (por mero acaso) com a mudança de estádio mas hoje confirmei que, tirando o local e a falta de telefonias coladas ao ouvido de alguns adeptos, tudo está na mesma.
A emoção e troca de galhardetes (vulgo insultos e ameaças de pancada), as unhas roídas e a descarga colectiva de stress continuam iguais.
Ah, e o Beira Mar também. Perdeu e está em risco de se tornar lanterna vermelha, ainda esta jornada.
Fico triste, mas não será isso que irá abalar o coração desta beiramarense convicta.
Ei avante rapaziada, ei avante sem parar. Ei avante, ei avante. Beira-Mar, Beira-Mar, Beira-Mar.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Desta vez sim, estou livre do IPO
Depois da onco-hematologista me ter dado alta do IPO, foi a vez da nefrologista o fazer (ainda que com indicação de ser seguida em consulta...
-
Depois da onco-hematologista me ter dado alta do IPO, foi a vez da nefrologista o fazer (ainda que com indicação de ser seguida em consulta...
-
Cá está minha herdeira mais nova. A Benedita fintou-nos a todos, em especial ao papá, e decidiu nascer no dia 18, às 15h46m. Horas depois de...
-
Li há dias que o Alzheimer é uma doença da família. Nada mais verdadeiro. Não será só o Alzheimer, é certo, pois numa família a sério toda...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Obrigada por dar vida a este blog.