Quando fazia exames na faculdade, o meu coração disparava assim que via o enunciado.
Numa 1.ª leitura, feita na diagonal, ficava sempre com a sensação de que não sabia uma única resposta.
Depois parava, inspirava e expirava, e pensava que tinha estudado e, por pouco que tivesse sido, alguma coisa havia de saber.
O método foi resultando, tanto que concluí o curso em 5 anos (sou desse tempo pré-bolonha).
Com a doença tive a confirmação de essa é a melhor forma de reagir a todas as contrariedades que surjam na vida, independentemente da sua dimensão.
A notícias boas, seguem-se algumas menos boas e a essas outras boas. E assim sucessivamente. A vida é assim. Estou, por isso, convencida que "inspirar e expirar" faz maravilhas aos pensamentos de uma pessoa (deve ser por arejar o cérebro).
E à vista também, já que depois de inspirar e expirar tudo me parece menos negro.
Comigo resulta assim. Dar com a cabeça na parede é coisa para ter efeitos semelhantes, só que mais dolorosos pelo que acho que vou manter a minha técnica.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
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