Hoje, Dia Internacional dos Direitos da Criança, foi dia das cachopas irem de pijama para a escola.
Esperava um amanhecer cheio de risinhos de alegria mas, como é bom de ver, trocaram-me as voltas.
Tudo começou com a firme recusa da Leonor em vestir cuecas. Na sua óptica, se ia para a escola de pijama, devia ir sem cuecas. Tentei demovê-la com 1001 argumentos mas não consegui pelo que tive de recorrer a uma pequena chantagem emocional.
Lembrei-a que, sendo assim, teria de lhe pôr a fralda (é verdade, voltámos às fraldas durante a noite) pois só usa pijama à noite e à noite não usa cuecas.
Resolvida esta questiúncula, foi a vez de a Tita entrar em cena e comelar a gritar como uma louca por querer calçar umas botas.
Lá consegui enfiar-lhe umas sapatilhas à força e arrancámos para a escolinha super atrasadas.
Chegadas à esola, a Tita berrou que nem um bezerro desmamado por não querer as pantufas que, entretanto, atirou para o fundo do corredor.
Já cega, apanhei as pantufas e entreguei-as (juntamente com a sua irreverente dona) a uma das auxiliares.
Subi as escadas a bufar, para entregar a Leonor no andar de cima.
Aí foi altura de a Leonor dar show e gritar feita louca já nem me lembro porquê.
Ainda bem que o dia do pijama é só uma vez por ano ou enlouquecia de vez.
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