sábado, 23 de novembro de 2013

Uma questão de genética

A 6.ª feira começou comigo a receber um rol de queixas sobre a Tita.

Diz a educadora que a pequena anda endiabrada, sempre a distribuir molho e a olhar de esguelha para quem a repreende.

Entre outras coisas, já chegou ao cúmulo de se sentar no chão e fazer as necessidades básicas (líquidas e sólidas) diante da auxiliar da escolinha, com quem estava zangada.

Depois de me contar algumas das travessuras da Tita, a educadora confessou que, entre colegas, já tinham comentado que nem parecia nossa filha (parece que temos imagem de gente pacata); e que, provavelmente teria ido buscar o seu feitio tempestuoso a algum trisavô.

E é verdade. Tudo isto é uma questão de genética. Só não é preciso recuar tanto na árvore genealógica.

2 comentários:

  1. A minha netinha mais nova anda mesmo "jeitosa"! Não sai a mim, que era uma sonsinha. Segundo a minha mãe, vestia-me um bibe branco no início da semana, o qual, na sexta feira continuava branco! Só após umas dezenas de anos é que "abri os olhos, eh!eh!eh!

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  2. Ninguém diria, com aquela carinha de anjo. Pode ser que seja uma fase.

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