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Meditação de fim de ano

Há dias escrevi, meio a sério meio a brincar, este post sobre 5 coisas que quero fazer em 2014.

Tempos depois caiu-me a ficha. É que tudo aquilo que lá está dito depende, quase a 100%, de mim.

E digo quase porque, vivendo nós em sociedade, há sempre algo que não conseguimos dominar. Quer queiramos quer não, os nossos projectos de vida acabam por ter de ser sempre conjugados com as vidas daqueles a quem queremos e com outras circunstâncias alheias à nossa vontade.

Mas tirando isso, tudo aquilo que desejei naquele está nas minhas mãos. O mesmo será dizer que não existirão grandes desculpas se não concretizar estes sonhos.

Obviamente  tenho outros anseios, mais profundos e importantes, que deixo para confessar entre portas, mas estes não deixam de ter o seu significado.

Claro que essa concretização vai exigir regras às quais não gosto de me submeter (pudesse eu e não existiriam relógios ao cimo da terra) e, acima de tudo, que eu páre, escute e olhe, para dentro e fora de mim.

Sinto que tenho parado pouco e, com isso, que  a confusão e correria do dia a dia estão colocar em causa uma das coisas que mais prezo, a tolerância e a capacidade de perdoar.

Estou apostada em recuperar a serenidade que, tristemente, me tem fugido nos últimos tempos.

E é por isso que este novo ano me diz tanto.

Um beijinho a todos quantos me vão lendo.

Um Feliz 2014, pleno de conquistas pessoais.

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